29 de fev. de 2008

Recap - Como num filme de bang-bang

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No grande clássico do Texas, realizado no AT&T Center na cidade de San Antonio, o Spurs bateu o Mavericks pelo placar de 97 x 94. Como de costume, foi um jogo disputadíssimo, definido apenas nos ultimos segundos. Mais uma vez o destaque do Mavs foi Dirk Nowitzki, conseguindo 28 pontos, 17 deles em lances livres. Josh Howard e Brandon Bass também jogaram bem, ambos anotando 16 pontos. Pelo lado do Spurs, o grande destaque foi sem dúvidas o ala-pivô Tim Duncan, que anotou 31 pontos e coletou 15 rebotes. Manu Ginobili conseguiu marcar 17, enquanto o ex-maverick Michael Finley marcou 16 pontos, sendo 9 deles com cestas dos 3 pontos.

O jogo

O primeiro quarto, como previsto, foi muito equilibrado. Ambas as equipes trocam cestas e também, por conseqüência, lideranças no placar. Kidd, como de costume, impõe o seu ritmo de jogo característico, facilitando e muito os ataques do Dallas. Já na defesa, o Mavs soube defender os chutes do perímetro do Spurs. Porém, dentro do garrafão, Tim Duncan fazia o seu estrago, não encontrando grande resistência para pontuar com hook shoots precisos. Já o alemão Dirk Nowitzki não estava bem, arremessando pouco, e ainda por cima errando as suas tentativas. O quarto também foi marcado pelo domínio de Parker, Ginobili e Duncan na pontuação do San Antonio. Até o final desta parte do jogo, apenas os três haviam marcado pontos.

O 2º quarto não foi muito diferente do anterior. Ambas as equipes continuavam a trocar pontos. Nenhum dos dois times conseguia abrir vantagem. Esta, quando acontecia, não passava dos 6 pontos. O jogo permanecia muito amarrado, com o predomínio da defesa. Duncan continuava jogando muito bem, e, com Nowitzki mal, entra em cena o pivô reserva Brandon Bass, que conseguiu duelar de igual para igual com o astro do garrafão do Spurs, conseguindo alguns pontos ocasionados em chutes de média distância e inclusive uma linda enterrada em cima do próprio Duncan.

O melhor estava por vir. O maior clássico da NBA atual começava a surgir no 3º quarto. O Dallas volta do intervalo num ritmo quente. Nowitzki volta a jogar como um MVP, anota 14 pontos apenas nesse quarto. A equipe consegue uma vantagem de 10 pontos, depois de uma bandeja de Jason Terry que foi bloqueada na descendente pelo veterano Robert Horry. Logo após esta, Terry se desentende com Bruce Bowen, e é punido com uma falta técnica. Jet vai para o banco literalmente empurrado pelos seus companheiros de equipe. Ele alegava a todo o momento uma cotovelada do atleta do Spurs. O fato acabou sendo providencial para a equipe adversária, pois após a falta técnica o time de San Antonio consegue uma grande seqüência de 13 x 1, em pouco mais de 2 minutos. Abalado psicologicamente, os jogadores do Mavericks começam a cometer faltas bobas, demonstrando uma enorme falta de concentração. Até que, após um tempo técnico, o Dallas consegue encaixar uma seqüência de 8 x 2, em aproximadamente 3 minutos, voltando a ter chances de sair de quadra com a vitória.

O ultimo quarto foi mais quente ainda. Os times continuavam a trocar cestas, sendo que qualquer vacilo poderia ser fatal para qualquer equipe. Dirk Nowitzki permanecia cobrando vários lances livres, enquanto Jason Kidd acalmava o jogo que estava fervendo. Já Tim Duncan continuava destruindo, e agora contando com a ajuda do nosso velho conhecido Michael Finley, que estava muito bem no jogo. A partida ia encaminhando-se para o final com o placar sempre apertado, até que dois erros de arbitragem no final decidiram o rumo do jogo. No primeiro, Tim Duncan se enrola com a bola e com Erick Dampier dentro do garrafão. Ele dá 3 passos sem se mover. O que era pra ser interpretado como uma andada, acabou se tornando dois lances livres. Duncan converte os dois. Avery Johnson pede tempo, e tira Kidd de quadra num momneto crucial da partida. Depois, outro erro de arbitragem volta a ocorrer. Jason Terry infiltra e sofre duas faltas, uma de Ginobili por trás, e outra muito mais clara, de Bowen, que bloqueou o arremesso de Jet deslocando o corpo deste no ar, com um pequeno empurrão com o tronco. Após isso, o Mavericks perdeu a posse de bola, e 3 segundos depois, a partida. Foi a 20ª derrota do Mavs em 58 jogos. A próxima partida do Dallas é nesta sexta-feira, diante do Sacramento Kings no AAC.
27 de fev. de 2008

Reforços para armação mais longe

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Um dia após a contratação do pivô Jamaal Magloire, outros dois jogadores que tiveram seus nomes ligados ao Mavs parecem estar longe da Big D. O armador Sam Cassell estava negociando sua dispensa do Los Angeles Clippers mas o dono da equipe, o milionário Donald Sterling, está relutando em dispensar "Sam I Am".

Cassell está no último ano de contrato e ganha pouco mais de 6 milhões de dólares. Um acordo como esse deve render ao jogador cerca de 4 milhões de dólares. Após a liberação, Cassell poderia assinar com qualquer time. O Boston Celtics é o grande favorito para conquistar a assinatura do experiente jogador.

O outro jogador, o também armador Brent Barry, ainda está em dúvida sobre seu destino. A única certeza, segundo fontes próximas à situação, é que Barry deve assinar ou com o Phoenix Suns ou com o San Antonio Spurs. Caso ele opte pelos atuais campeões, o caso deve passar por uma investigação.

Aparentemente, Barry foi visto fazendo trabalhos sociais com outros jogadores do Spurs após ter sido negociado com o Seattle SuperSonics. Se isso for confirmado, é provável que tanto jogador quanto time sofram sanções da Liga. Se tudo ocorrer normalmente, Barry deve esperar 30 dias para retornar ao Spurs.
26 de fev. de 2008

Eu acredito - versão Maverick

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Todo mundo sabe que eu estava receoso com a troca de Jason Kidd. Cheguei a afirmar repetidas vezes que não botava mais fé no Mavs para ser campeão esse ano. Parte porque gostava muito do Harris e do Diop, parte porque os números do Kidd eram piores. "Piores?" Sim, piores. John Hollinger, da ESPN.com, apontou um número que me espantou: o ataque do Mavs quando guiado pelo Harris era o segundo mais eficiente da Liga. O ataque do Nets com Jason Kidd liderando era o vigésimo quinto.


Isso ficou martelando na minha cabeça várias vezes. Até que eu dei conta de algo: Terry, Howard, Nowitzki, Dampier, Stackhouse, Jones e George estão anos-luz a frente de Carter Jefferson, Williams, Krstic, Collins e afins. Harris não precisava ser um gênio para ser um bom líder. Kidd precisava fazer milagres nos pântanos. Com o arsenal ofensivo do Mavs, Kidd poderia se tornar um monstro, uma máquina de dar assistências. Vamos esquecer da derrota para o Hornets. Kidd não havia sequer praticado com seus novos amiguinhos. Nowitzki nunca havia recebido um passe do carequinha-maravilha. Desde então, são 3 jogos e 3 vitórias. Os números são bonitos de se ver: 8,3 pontos, 7 rebotes, 11,6 assistências, 4 roubos, 2 faltas, acertou 55% de seus arremessos, 66% da linha de três. O único número negativo são os desperdícios de bola, 3,6 por jogo. Melhor que isso, difícil.

Os outros componentes da troca não tiveram impacto no time. Nem devem ter. Só o Kidd já basta. Os números dizem pouco. Kidd trouxe um ânimo novo para Dallas. Nowitzki parece criança em parque de diversão, ri de tudo. Terry voltou a ser titular e está pontuando como quem bebe água. Stackhouse voltou ao seu posto de sexto-homem absoluto e já teve uma partida linda, 23 pontos em 23 minutos contra o Chicago Bulls. Até Dampier parece estar se alimentando dessa nova energia, vide a linha Ben-Wallace-nesca de 6 pontos, 16 rebotes e 7 tocos contra o mesmíssimo Bulls. Quem prestou atenção sentiu falta do nome de Josh Howard. Infelizmente ele ainda não entrou no mesmo ritmo. Mas não duvido que ele não vá voltar aos seus bons dias.

Hoje, a troca alcançou níveis novos. Se a perda de Diop "saganeou" com o nosso banco, agora não tem mais espaço para reclames. O canadense Jamaal Magloire é um pivô muito bom, na minha modesta opinião, melhor até do que Dampier. Na última temporada, pelo Portland Trail Blazers, o negão com nome de francês colocou por partida 6 pontos, 6 rebotes e um toco em meros 20 minutos em quadra. Se ele fizer isso em Dallas, eleserá mais do que bem vindo. É uma evolução enorme em relação a Diop. Magloire ocupa o espaço vago do africano e ainda tem um "plus": ele sabe jogar debaixo da cesta - uma das nossas deficiências mais gritantes.

Somando todas as recentes negociações entre Dallas e New Jersey, podemos ver que foi um negócio e tanto para nós. Kidd é melhor que Harris? Sim, sem dúvidas. Wright é melhor que Ager? Com certeza. Allen é melhor que Hassell? Indubitávelmente. Magloire é melhor que Diop? Óbvio que sim! As duas escolhas enviadas para New Jersey podem fazer falta? Podem, mas elas provavelmente seriam mais jogadores inúteis como Ager, aqueles jogadores que apenas são destaques no "De Olho na D-League". Levando em conta que não perdemos George e Stackhouse (quer queira, quer não, ambos são jogadores importantes para a rotação), a troca passa a se tornar quase de NBA Live. Todo mundo pode puxar o saco de Mitch Kupchak (GM do Lakers), mas estou começando a ter mais confiança nos movimentos de Donnie Nelson e Mark Cuban. Se Brent Barry ou Sam Cassell viessem, aí sim seria perfeito. Bom, estou tão feliz que acho que aceitaria até o Flip Murray...

Magloire é um Maverick

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Foi confirmada no início desta noite a contratação do pivô canadense Jamaal Magloire. O pivô, dispensado pelo New Jersey Nets, assinará um contrato até o final da temporada por 1 milhão de dólares - o valor da exceção de veteranos.

Mesmo tendo jogado pouco nesta temporada, Magloire sempre foi um sólido pivô. Em 2005-06 o canadense teve médias acima de 9 pontos e 9 rebotes atuando em todos os 82 jogos pelo Milwaukee Bucks. Magloire tem médias na carreira de 8,7 pontos, 7,3 rebotes e 1 toco. Seu melhor ano foi em 2003-04, quando o canadense foi eleito All Star com médias de 13,6 pontos, 10,3 rebotes e 1,2 toco.
O Mavs ainda mantém uma vaga no elenco que deve ser destinada para ou Brent Barry ou Sam Cassell.

Cassell no radar do Mavs

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Dia movimentado na NBA. Mais um famoso jogador pode ser dispensado ainda hoje. O armador do Los Angeles Clippers, Sam Cassell, está negociando sua dispensa do time californiano e três equipes já surgem como potenciais compradores: Boston Celtics, Dallas Mavericks e Denver Nuggets.

As três equipes possuem a exceção bi-anual para oferecer a "Sam I Am" ( um contrato de dois anos no valor de 1,8 milhão). O Mavs possui toda sua sua exceção de meio nível para gastar (5,3 milhões), enquanto que o Nuggets possui pouco menos da metade, 2,3 milhões. Acredita-se que o Mavs vá repartir sua exceção para dois reforços. O primeiro deve ser Jamaal Magloire.

Cassell tem 38 anos e está na liga a 15 temporadas. É a primeira vez que o armador passa por uma situação assim. Ele já foi campeão pelo Houston Rockets em 1994 e 1995 e também já jogou por Dallas, Phoenix, New Jersey, Milwaulkee e Minnesotta.

Barry

Aparentemente o armador Brent Barry já se deciciu. Vários veículos dão como certa a informação que o jogador vá assinar com o Phoenix Suns ainda hoje, acabando com as esperanças de Houston, Dallas, San Antonio, Boston e Golden State.

Magloire muito perto de assinar com o Mavs

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O pivô Jamaal Magloire está cada vez mais perto de reforçar o Dallas Mavericks. Segundo reportagem da ESPN.com, o time texano está no topo da lista de destinos do canadense. A decisão pode ocorrer ainda hoje, já que Magloire estará liberado para assinar com qualquer time a partir das 20h de hoje (horário de Brasília).

Magloire foi dispensado pelo New Jersey Nets na última sexta-feira após o final da temporada de trocas. O pivô de 29 anos passou por New Orleans, Milwaulkee e Portland antes de assinar com o Nets. Ele detém modestas médias neste ano, apenas 1,8 ponto e 3,4 rebotes, mas chegou a ser um All Star em 2004 quando ainda jogava pelo Hornets.

Dentro do elenco texano, o canadense já recebe apoio de um ex-companheiro. "Nunca vi alguém trabalhar tanto mesmo sem jogar", disse Jason Kidd. "Se ele vier, eu acredito que ele poderá render bem". Kidd era companheiro de Magloire no Nets até a semana passada, quando o armador foi trocado de volta para o Mavs.

Outro possível reforço, o armador Brent Barry, também está perto de anunciar sua decisão. Ele deve escolher entre Dallas, Houston, San Antonio, Phoenix, Golden State e Boston, sendo que o Spurs deve esperar por 30 dias para reassiná-lo.

Recap - Voltando pra casa

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Após um período de 12 dias sem jogar em seus dominios, o Dallas Mavericks encontrou dificuldades para bater o renovado Chicago Bulls pelo placar de 102 x 94 no Texas. Foi a primeira partida do armador Jason Kidd no American Airlines Center após sua volta à equipe que o draftou em 1994. Novamente o grande destaque da equipe do Texas foi o atual MVP da liga, Dirk Nowitzki, que anotou 29 pontos e 10 rebotes. Erick Dampier em grande jornada conseguiu 16 rebotes e incríveis 7 bloqueios, mas acabou saindo no final do jogo com 6 faltas. Jason Kidd, por sua vez, quase atingiu o seu 100º triple-double na carreira, após anotar 11 pontos, 8 assistências e 9 rebotes. O reserva Jerry Stackhouse conseguiu 23 pontos em 23 minutos em quadra. Pelo lado da equipe do Bulls os maiores expoentes foram Ben Gordon e Drew Gooden, anotando 25 e 17 pontos respectivamente. Já Kirk Hinrich foi ejetado no segundo quarto, após sua segunda falta técnica.

O jogo

O quarto inicial do Mavericks foi arrasador. Usando uma defesa a base de double-teams, a equipe conseguiu vários roubos, que resultavam em jogadas de fast-break rápidas e muito eficientes. Já na área pintada o time contava com um Dampier inspirado, com 3 bloqueios logo nos primeiros minutos do jogo. No setor ofensivo, quando os contra-ataques não eram usados, a armação das jogadas eram geniais, sendo que a bola sofria uma rápida rotação. Assim, sempre um jogador estava livre para tentar o chute, acarretando um alto aproveitamento. Tudo parecia perfeito até ai. Ao final desse quarto, o Dallas possuía uma confortável vantagem de 15 pontos.

O segundo quarto foi totalmente diferente do anterior. O setor ofensivo estava completamente desestruturado. Os ataques eram realizados numa correria totalmente equivocada, o que resultava arremessos forçados e vários turnovers. Dirk Nowitzki, que estava bem até então, começa a errar muitos arremessos, assim como Jason Terry e Josh Howard, que teve outra partida abaixo de sua média. Enquanto isso, Erick Dampier permanecia coletando rebotes e bloqueando arremessos. A vantagem que era grande começa a minguar. A equipe de Chicago sabia jogar atrás no placar, e liderada por Ben Gordon, consegue sufocar o Dallas tanto no ataque quanto na defesa, até que após um lance livre, o armador Kirk Hinrich reclama com a arbitragem e leva a sua segunda falta técnica, sendo ejetado da partida. Ao final do quarto, Jerry Stackhouse numa grande jogada, consegue vencer o relógio num chute de 3 pontos, deixando a diferença em 10.

Após o intervalo, parecia que Avery Johnson havia dado uma solução para esse "apagão" do Mavs. O time jogava bem, e conseguia vantagens de 10, 12 pontos. Porém, novamente os turnovers atrapalharam os ataques do Dallas, e a vantagem voltou a cair. Gordon continuava queimando todos os arremessos, e agora o ala-pivô recém chegado do Cleveland Cavaliers Drew Gooden também começava a contribuir com pontos e rebotes dentro do garrafão. A vantagem estava em 8, até que Nowitzki num belo fade-away jumper da linha de lance livre, a 1 segundo do final, consegue 2 pontos, deixando a vantagem em 10 novamente.

Na ultima parte, o jogo da equipe continuava oscilando, e desta vez de forma mais brusca. Freqüentemente o Mavs abria vantagens de mais de 10 pontos, que eram pulverizadas após tempos técnicos da equipe de Chicago. Contudo, Dirk Nowitzki, que errava muito até então, começa a queimar todos os arremessos, chegando a acertar dois tiros dos 3 pontos de maneira seguida. Jason Kidd volta a cadenciar o jogo, e, jogando com inteligência, a equipe caminhava firme rumo a vitória. Até que o Bulls, a poucos minutos do fim, consegue 4 pontos seguidos e diminui a diferença para 4. Avery pede um tempo de 20 segundos, que foi providencial, pois após essa solicitação, a equipe soube abrir margem, administrando a o bom resultado. Foi a 3ª vitória seguida do Mavericks e a 38ª na temporada. A equipe de Dallas ainda soma 19 derrotas. A próxima partida do Mavs é quinta feira, 28, contra o forte San Antonio Spurs no AT&T Center, em San Antonio.
25 de fev. de 2008

Competição por Barry esquenta

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É oficial: o Mavs está atrás do armador Brent Barry. A afirmação é do gerente geral Donnie Nelson, que confirmou as buscas por um novo pivô e um armador até o próximo sábado, dia 1º, quando acaba o tempo limite para os times assinarem reforços para os playoffs.

Barry foi dispensado pelo Seattle SuperSonics após a troca da última quinta-feira e já atraiu pelo menos cinco equipes: Mavs, Rockets, Suns, Celtics e Spurs. Houston foi a primeira equipe a fazer uma investida séria por Barry. Mas o Mavs conta com um pequeno trunfo: a totalidade de sua exceção de meio nível para gastar. Phoenix também possui todos os 5,2 milhões disponíveis, mas Dallas é mais perto de San Antonio, onde a família de Barry mora, e isso pode atrair o armador para a Big D.

Sobre o possível reforços, os jogadores tiveram reações positivas. Dirk Nowitzki apenas sorriu quando perguntado sobre a aquisição de Barry. Já Jason Kidd foi mais contundente: "Eu ia ligar pra ele, pra saber o que ele pensa, mas eu ainda não tive a chance. Ele definitivamente ajudaria, ele torna o jogo mais fácil".
24 de fev. de 2008

Recap - Mavericks adestra os Lobos

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Em jogo realizado no Target Center, em Minneapolis, o Dallas Mavericks conseguiu a vitória após um jogo muito disputado, sendo que as duas equipes terminaram rigorosamente empatadas nos 3 primeiros quartos da partida. No final, a equipe do Texas mostrou a sua superioridade e com um placar de 28 x 12 no último quarto conseguiram vencer a partida por 99 x 83.

O jogo

Desde o ínicio da partida a equipe de Minnesota começou a impor seu ritmo, dificultando muito o jogo do Mavs. Enquanto o Dallas forçava chutes e encontrava Theo Ratliff e Al Jefferson no caminho da cesta, os Lobos exploravam a fragilidade da nossa defesa dentro do garrafão. Big Al, usando toda a sua técnica, conseguia dominar Dirk Nowitzki no ataque, sendo a principal arma do Timberwolves. Já nos contra-ataques, a equipe não conseguia parar os avanços de Rashad McCants, que num ataque chegou a enterrar em cima de Dirk. A cada ataque dos donos da casa a torcida ficava mais inflamada, até que o próprio McCants consegue uma cesta a 2 segundos do fim. Com 3 pontos de vantagem para o Minnesota, Jason Kidd, até então com 6 assistências, conduz a bola e consegue um arremesso de 3 no estouro do cronômetro, empatando o jogo ao final do 1º quarto.

O começo do 2º quarto não foi muito diferente. O jogo continuava disputado e a defesa do Mavs continuava penando pra parar Jefferson e Gomes. Já no ataque, a dupla Kidd-Nowizki começava a funcionar, melhorando muito o setor ofensivo da equipe. Enquanto o armador distribuía muito bem o jogo, Nowitzki acertava vários arremessos, conseguindo duas cestas dos 3 seguidas. Aliado aos dois, Jason Terry, que entrou novamente como titular nessa partida, também contribuía com infiltrações e chutes de média distância. Já Josh Howard, numa partida apática, errava muitos arremessos e sofria para conter McCants, que avançava de forma muito rápida em direção a cesta. Com o ataque ficando bom, mas com a defesa, especialmente no garrafão, jogando muito mal, o Dallas vai para o vestiário com outro empate.

No 3º quarto a equipe veio com uma postura diferente. Logo de cara a equipe abriu 10 pontos de vantagem no marcador. A defesa na área pintada parecia ser um problema solucionado. Todavia, o perímetro ficou fragilizado. Percebendo isso, a equipe adversária começou a explorar os arremessos de média distância, principalmente com o armador sérvio Marko Jaric e também com McCants, que estava dominando Howard no ataque e na defesa. Rapidamente, a vantagem foi desaparecendo e o Minnesota novamente encostou no placar. A defesa parecia ser o único problema do Dallas, pois o ataque mantinha-se bem, mostrando um belo jogo de transição principalmente com Kidd e Terry. Encontrando enormes dificuldades no setor defensivo, o Dallas termina o 3º quarto novamente empatado.

O jogo era um verdadeiro combate. O 4º quarto era o "tudo ou nada" para ambas as equipes. Num jogo nervoso, o placar do quarto permanecia 3 x 0 pro Dallas até os 9 minutos. Durante esse tempo, as equipes trocavam posses de bola, com muitos roubos e pouquíssimos arremessos. A defesa parecia ter se estabilizado, mas o ataque, quem diria, começava a sentir a pressão da torcida. Até que a genialidade do maestro Jason Kidd apareceu. Com passes incríveis, o armador conseguia ligar bolas rápidas em contra-ataques, o que estava matando a equipe de Minneapolis. Dirk Nowitzki, por sua vez, mantinha uma regularidade nos arremessos, acertando muitos chutes e cavando algumas faltas. Até que, com duas jogadas de 3 pontos, uma do próprio Dirk, outra de Kidd, o Dallas Mavericks sela a vitória, num jogo dificílimo. Agora, o Mavericks soma 37 vitórias e 19 derrotas. A próxima partida da equipe é amanhã, contra o Chicago Bulls em casa, no American Airlines Center.

Destaques

Mavericks:

Dirk Nowitzki – 29 pontos (10/15 FG, 2/3 3PT), 8 rebotes
Jason Kidd – 12 pontos, 17 assistências, 7 rebotes (4 ofensivos), 4 roubos
Jason Terry – 20 pontos (8/16 FG)

Timberwolves:

Al Jefferson – 22 pontos (10/19 FG), 8 rebotes
Rashad McCants – 17 pontos (8/15 FG)

Concorrência por veteranos aumenta

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Com menos de uma semana para o final do período de contratações para os playoffs, os principais concorrentes ao título vão buscando novas peças para conquistar o desejado troféu. O pivô Jamaal Magloire, dispensado pelo New Jersey Nets na última sexta feira, já atrai as atenções do Dallas Mavericks e do Boston Celtics, ambos em busca de melhorias para seus bancos.

O armador Brent Barry foi trocado pelo San Antonio Spurs para o Seattle SuperSonics e dispensado pelos Sonics logo em seguida. Agora, Barry está analisando suas opções. Pelo menos cinco times estão interessados no serviço do filho da lenda Rick Barry: Houston Rockets, Phoenix Suns, Dallas Mavericks, Boston Celtics e San Antonio Spurs - este último tendo que esperar 30 dias para reassiná-lo. Boston aparentemente é o último na lista de Barry, que prefere um time mais perto de sua casa na Costa Oeste.

Como Barry e Magloire foram dispensados na sexta-feira, eles poderão assinar por novos times na terça-feira, após o fim do período de dois dias úteis. Outro jogador que tem que esperar esse período é o armador Flip Murray, ex-Detroit Pistons.

Outro pivô que pode interessar alguns times é Chris Andersen. O conhecido "Birdman" foi suspenso há dois anos por ter sido pego por uso de drogas e agora já pode ser reinstituído pela NBA. Assim que a Liga liberá-lo, espera-se que o New Orleans Hornets reassine Andersen. Caso ele vire um agente livre, o Boston Celtics já surge como provável casa do pivô.
23 de fev. de 2008

O Maestro do Texas

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A vinda do armador All-Star e titular da Seleção Norte-americana Jason Kidd para o Dallas Mavericks gerou uma enorme “novela”. Havia o interesse de ambas as partes na negociação, tanto do super-armador quanto da direção do Mavericks, mas nas duas primeiras tentativas a negociação esbarrou em pequenos obstáculos, sendo concretizada apenas na terceira vez. Caminhando de mãos dadas com todo esse imbróglio estava a polêmica causada pela vinda de Kidd. A torcida estava dividida, pois enquanto muitos queriam ver Jason Kidd jogando novamente com a camisa do Dallas Mavericks, outros, por sua vez, sentiam que a perda de Devin Harris seria desastrosa para o futuro da franquia, pois ele era a nossa maior esperança para um futuro próspero. Pois bem, sob vaias e aplausos a negociação acabou saindo. Kidd chegou ao Mavs com status de super-astro, sendo que a sua companhia à equipe a qual já tinha Josh Howard e o atual MVP da liga, o alemão Dirk Nowitzki, estaria representando a formação de um novo “big-three”.

Treinando apenas em uma única oportunidade com os seus novos companheiros, Jason Kidd já teve a sua estréia no dia seguinte, num jogo dificílimo contra o New Orleans Hornets, fora de casa. Sofrendo muito para conter os avanços do grande armador Chris Paul, Kidd era constantemente sacado da equipe. Quando estava em quadra, andava com a bola, dava vários passes errados (inclusive um para Brandon Bass onde este estava passando por fora da quadra), mostrando uma falta de sincronia enorme. O resultado foi uma derrota incontestável. O mau resultado foi o bastante para algumas críticas e dúvidas começarem a pairar pelo ar: será que Kidd será o mesmo? Será que deram muito para tê-lo? O que será da equipe sem Harris?

Todavia, esses fantasmas com certeza foram exorcizados no jogo de ontem, contra o Memphis Grizzlies. Kidd começou a mostrar certo entrosamento com a equipe, errou pouquíssimas bolas, deu 15 assistências e mostrou que será a grande arma do Dallas Mavericks nos playoffs. O armador acelera o jogo da equipe de uma forma espetacular. Os contra-ataques são fulminantes, os passes dele sempre pegam os adversários de “calças baixas” e o melhor, ele chuta pouco, não tem preocupação de pontuar, completamente diferente do Harris, que na afobação de fazer a cesta, acabava infiltrando e tentando lances de costa-a-costa que nem sempre davam certo. Um verdadeiro Maestro. E o que dizer da grande dupla que está em formação, Kidd e Nowitzki? O alemão está gostando de tê-lo na equipe, facilita muito o jogo dele. Agora ele não precisa cruzar o perímetro fazendo corta-luz pra todo mundo. Kidd não precisa disso. Então Dirk fica ali no garrafão, ou até mesmo na zona morta, esperando um passe do maestro para pontuar. O jogo dele tem evoluído demais, e um dos grandes responsáveis sem dúvidas atende pelo nome de Jason Kidd.

Ele pode estar velho, cansado, careca, mas nunca se pode colocar a prova a qualidade técnica de um dos melhores armadores que já passaram pela NBA. O casamento entre Kidd e Mavericks tem tudo para dar certo, e todos nós desejamos que esse casamento acabe com um presente: o título.

Busca por reforço vai afunilando

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A procura por um novo pivô está chegando ao fim. O primeiro nome na lista do Mavericks é o do canadense Jamaal Magloire, que foi dispensado pelo New Jersey Nets ontem. Magloire vem mantendo médias de 1,8 ponto e 3,4 rebotes por partida. Ele atuou em apenas 24 jogos neste ano, mas a duas temporadas atrás o canadense chegou a marcar 9,2 pontos e pegar 9,5 rebotes em 82 partidas pelo Milwaukee Bucks.

Outros nomes já especulados são o do jovem Justin Williams (dispensado pelo Sacramento Kings) e o do veteraníssimo Dale Davis. Este último, no entanto, parece já ter entrado em acordo com o Detroit Pistons e deve ser o novo reforço do time de Joe Dumars. O ala russo Victor Khryapa também foi ligado ao Mavs, mas as chances de assinar o europeu parecem ser remotas.
21 de fev. de 2008

Novo pivô em pauta no Mavs

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Várias forças do Oeste adquiriram pivôs de impacto. Gasol no Lakers, Shaq no Suns e, mais recentemente, Kurt Thomas no Spurs. O Mavs foi por uma rota diferente, trazendo o armador Jaosn Kidd. Mas, enquanto que Kidd veio, o Mavs perdeu um de seus pivôs (DeSagana Diop), o que pode significar uma nova aquisição ainda hoje.

Mark Cuban disse quarta-feira antes do jogo contra o New Orleans Hornets que o time está avaliando suas opções para preencher um lugar com algum pivô. "Se alguém como o (recém dispensado) Justin Williams aparecer, que é parecido com o DeSagana há alguns anos, nós olharemos".

Uma das opções citadas por Cuban é o veterano pivô Dale Davis, que está em semi-aposentadoria, tal qual o recém-trocado Keith Van Horn. "Ele está na nossa lista", disse. As chances de uma outra troca até às 17h (horário de Brasília) de hoje - data limite para trocas - são infímas. O cenário mais provável é que algum jogador de passe livre seja assinado.

Um nome já descartado pelo milionário é o de PJ Brown, cujo empresário é Mark Bartelstein, o mesmo de Devean George. Bartelstein, como é sabido, levou George a vetar a troca de Jason Kidd na semana passada. "Ele é um cara do Bartelstein, e as coisas sendo como são, nós diríamos não", enfatizou Cuban.
19 de fev. de 2008

Oficial: Jason Kidd é um Maverick

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Depois de semanas de idas e vindas, finalmente Jason Kidd volta ao time que o draftou no início da década de 1990. "Está feito, J-Kidd é um Mav", disse via e-mail o dono do Dallas Mavericks, Mark Cuban, para o ESPN.com.

O Mavs receberá Kidd e o pivô Malik Allen enquanto que o New Jersey Nets adquirirá os armadores Devin Harris e Maurice Ager, os alas Keith Van Horn e Trenton Hassell, o pivô DeSagana Diop, duas escolhas de primeiro round (uma em junho próximo e a outra em 2010) e outros 3 milhões de dólares em dinheiro.

Ambas equipes também devem completar uma troca que enviará o ala Antoine Wright para o Mavs por uma futura escolha de segundo round e a exceção de troca conseguida por Anthony Johnson na última data limite de trocas, em 2007. A exceção tem o valor de 1,6 milhão de dólares.

Thorn: "Troca vai acontecer"

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No que parece ser o sinal mais claro de que Jason Kidd retornará para Dallas foi dado hoje. O presidente do New Jersey Nets, Rod Thorn, falou a mídia atráves de um assessor e foi enfático: "a troca vai acontecer".

Após passar o final de semana e a segunda-feira preocupados com uma possível recusa do ala Keith Van Horn, ambas equipes parecem estar confiantes que o negócio será fechado. Van Horn e seu agente, David Falk, confirmaram repetidas vezes que o jogador irá tentar uma volta às quadras com o Nets.

Enquanto isso, Dirk Nowitzki não esconde seu entusiasmo em voltar a jogar com um armador de alto nível desde 2004. Kidd também não faz questão de ser discreto, inclusive se referindo a Nowitzki como "meu companheiro de time". O armador deve voar para Dallas ainda hoje.
18 de fev. de 2008

Troca ainda depende de Van Horn

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Tudo parece certo para que a troca de Jason Kidd seja oficializada ainda hoje. No entanto, ambas equipes ainda dependem da boa vontade do ala Keith Van Horn. Para a troca ocorrer, Van Horn tem que viajar para New Jersey e estar disponível para o Nets caso eles precisem dele para algum jogo.

O mesmo fato ocorreu com o Lakers recentemente. O Lakers ainda detinha os direitos do armador Aaron McKie. No entanto, McKie era um assistente técnico voluntário no Philadelphia 76ers e precisou viajar até Memphis, largando sua vaga em Philadelphia.

Para poder assinar Van Horn, o Mavs necessita dispensar algum jogador. O primeiro da lista seria o ala-pivô Nick Fazekas, cujo contrato é de apenas 2 temporadas e de valor mínimo.

Kidd gosta das possibilidades do Mavs

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Ele queria ser cuidadoso. Mas não conseguiu. Jason Kidd admitiu estar excitado com as possibilidades de ataque no Dallas Mavericks. A troca ainda não foi concretizada, mas Kidd aguarda ansiosamente por seu retorno a Big D.

"Eu me vejo como alguém que se encaixaria facilmente em qualquer time. Você não precisa fazer jogadas pra mim. É apenas um caso de dar a bola ao cara certo na hora certa", disse Kidd. O armador mandou um aviso para seus futuros companheiros: "Com o Dirk e o Josh, é apenas um caso deles estarem prontos para receberem a bola e fazer os pontos".

Nowitzki, por sua vez, não comentou sobre a troca. Essas foram as instruções de Mark Cuban para todas as pessoas ligadas ao Mavs, diretores, técnicos e jogadores. O comentarista da TNT, Charles Barkley, por sua vez, elogiou bastante a manobra. "Eu aplaudo Cuban. Eu aplaudo o Mavs. Eles não iriam ganhar antes. Agora eles têm uma chance clara de título. O motivo? Jason (Kidd) é melhor".

All Star

O Mavs teve uma participação modesta neste All Star Weekend. Nenhum jogador representou o time no Desafio dos Novatos. Já no sábado, o ala Nick Fazekas desfalcou o time Vermelho do All Star da D-League. O time Azul ganhou, 117 a 99. O MVP foi o ala Jeremy Richardson, com 22 pontos.

Nos campeonatos, apenas Dirk Nowitzki participou. O alemão, que substituiu Kobe Bryant no Torneio de 3 Pontos, foi o terceiro colocado, fazendo 17 pontos na primeira rodada e 14 na segunda. O campeão foi o ala Jason Kapono, do Toronto Raptors, que totalizou 20 pontos na primeira vez e 25 na segunda.

No All Star Game, Nowitzki teve uma participação normal, com 13 pontos, 4 rebotes e 2 assistências. O Leste ganhou por 134 a 128, com LeBron James levando as honrarias de MVP depois de uma excelente partida com 28 pontos, 8 rebotes, 9 assistências, 2 tocos e 2 roubos.
17 de fev. de 2008

Troca de Kidd de novo parece iminente

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Momentos antes do All Star Game, mais um capítulo da novela Jason Kidd. Marc Stein, do ESPN.com, afirma que pela terceira vez no último mês o Dallas Mavericks parece ter acertado o retorno do armador, cuja negociação só pode ser aprovada pela liga na segunda-feira.

Desta vez, acredita-se que o Mavs enviará os armadores Devin Harris e Maurice Ager, o pivô DeSagana Diop, os alas Trenton Hassell e Keith Van Horn, duas escolhas de primeiro round e mais 3 milhões de dólares. A novidade agora é a inclusão de Hassell e do semi-aposentado Van Horn nos lugares dos alas Jerry Stackhouse e Devean George.

O time texano vinha insistindo para o New Jersey Nets aceitarem Hassell e aparentemente obtiveram sucesso. Já Van Horn, que não joga desde as Finais de 2006, será reassinado por um valor por volta dos 4 milhões pelos próximos 3 anos, mas apenas o primeiro ano é garantido. Van Horn não deu entrada no processo de aposentadoria, o que permite ao Mavs utilizá-lo em trocas.

Primeira encarnação

A primeira vez que o armador esteve perto do Mavs era uma negociação envolvendo três times - Dallas, New Jersey e Portland. O Mavs receberia Kidd; o Nets, Stackhouse, George, o armador Jarrett Jack e o ala Travis Outlaw do Portland; o Blazers adquiriria Harris. A troca caiu por terra quando o presidente do Nets, Rod Thorn, exigiu receber Harris e o general manager do Blazers, Kevin Pritchard, relutou em se desfazer de vários jogadores.

Segunda encarnação

A segunda versão envolveu apenas Mavs e Nets e é parecida com a reportada hoje. Ela apenas trazia George e Stackhouse no lugar de Hassell e Van Horn. Quando todos acreditavam que ela estava fechada, o agente de George, Mark Bartelstein, revelou que seu cliente iria vetar a troca, graças a uma cláusula presente no contrato.
14 de fev. de 2008

Troca ainda tem vida

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Mesmo com a relutância do ala Devean George em ser incluído na troca que traria o armador Jason Kidd para Dallas, fontes informam que a negociação ainda pode ser concluída. O Mavs possui duas opções: ou convence George a ser trocado, ou inclui o semi-aposentado Keith Van Horn na troca.

A opção A ainda é incluir George. Mas, caso isso não ocorra, o dono do Mavs, Mark Cuban, parece estar aceitando a idéia de assinar Van Horn e "enviá-lo" para New Jersey. Van Horn não joga desde 2006, quando seu contrato terminou. No entanto, o ala não entrou com o processo de aposentadoria, o que ainda permite ao Mavs usá-lo em negociações.

Jogadores que são assinados e trocados como este caso precisam assinar um acordo de pelo menos 3 anos, mas apenas o primeiro é garantido. Assim, o Mavs criaria um novo contrato expirante. O problema é que dessa forma o time pagaria 2 milhões de dólares a mais de "luxuy tax" na temporada seguinte.

Se o Dallas Mavericks ir nessa rota, a segunda negociação (que traria o ala Antoine Wright em troca de uma escolha de segundo round) não precisaria ser realizada. Outras opções especuladas pela mídia, tais como o Mavs enviar um pacote envolvendo o ala-armador Eddie Jones e ou o ala-pivô Nick Fazekas ou o veterano Juwan Howard, foram rejeitadas pelo Nets, já que os contratos de Jones e Fazekas não são expirantes.

Senta que lá vem história... : Jimmy Jackson e Jason Kidd

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Na primeira edição do "Senta que lá vem história", vamos de volta para o início dos anos 90, quando o Dallas Mavericks tinha três jovens estrelas que foram destinados para fazer grandes coisas juntos. Jason Kidd, Jamal Mashburn e Jimmy Jackson, os "três Jotas" foram as faces do futuro para os Mavs e da NBA. Kidd foi o armador com grande visão e uma facilidade para acertar o homem aberto. Mashburn era o que parecia fazer tudo certo, o mais completo do trio, e Jackson trazia desde o tiro mortal do perímetro e de três pontos. Infelizmente, dois dos "Três Jotas" simplesmente não conseguiam se entrosar dentro e fora de quadra.

A briga entre Jason Kidd e Jim Jackson tornou-se uma rixa bem famosa na mídia. Kidd e Jackson nunca pareceram se dar bem na quadra, mas muitos pensam que a briga pode ter começado fora da quadra. Rumores davam conta que os dois jogadores namoravam a cantora Toni Braxton ao mesmo tempo. A história começou quando Braxton foi a um hotel que o Mavs estava para pegar Kidd para um encontro, mas saiu com Jackson. Algo como isso poderia muito bem causar uma briga entre os colegas que nunca chegaram realmente a se dar bem no primeiro lugar.

Embora ambos Mavericks negaram todo o calvário, Braxton mantevem os rumores que circulavam, já que ela nunca negou nem confirmou os rumores. Kidd mais tarde iria exigir uma negociação, numa tentativa de ficar longe de Jackson, e foi enviado para fora, para o Phoenix Suns. Jackson também deixaria Dallas, mas mais tarde iria se tornar um "journeyman" na NBA, sem se fixar em um time.

Foi o caso Toni Braxton a verdadeira fonte do problema entre Jason Kidd e Jimmy Jackson, ou eles simplesmente não se davam bem uns com os outros? Talvez nunca saberemos, mas uma coisa é certa… Jason Kidd e Jimmy Jackson não se davam bem, tanto dentro quanto fora das quadras.

O "Senta que lá vem história" é uma seção nova do MavsCenter, que trará fatos interessantes da história do Dallas Mavericks. Sugestões de matérias para esta seção? Gostou da idéia? Não gostou? Entre em contato conosco e fale sua opinião!

George veta troca para o Nets

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Quando tudo parecia estar certo, alguém novamente complica a negociação do armador Jason Kidd para o Dallas Mavericks. O ala Devean George vetou a troca durante o jogo contra o Portland Trail Blazers ontem. O motivo seria que George perderia seus "direitos Bird", que o permitem ser reassinado por qualquer valor ao final da temporada.

George, atualmente num acordo de um ano que lhe rende 2,4 milhões de dólares, é um de 18 jogadores da Liga com essa cláusula no contrato. O que surpreende é que semana passada o próprio George admitiu ser trocado e aceitou a idéia de que talvez ele fosse enviado para New Jersey. "Nós não estamos querendo bloquear nada. Só que para isso acontecer, ele teria que renunciar os 'direitos Bird'. Perder uma ferramenta tão boa assim no atual mundo da 'free-agency' é difícil", disse o agente de George, Mark Bartelstein.

Caso o ala não mude de opinião, o Mavs pode colocar Eddie Jones e um de seus alas reservas, Jusan Howard ou Nick Fazekas para a troca acontecer. A opção de assinar o ala Keith Van Horn e incluí-lo na troca não será usada pelo Mavs, pois se isso acontecer, o Mavs pagará 2 milhões a mais em impostos (luxury tax) para a Liga. O New Jersey, então, talvez envie também o armador Darrell Armstrong para não exceder o número limite de jogadores.
13 de fev. de 2008

Kidd no Mavs

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Após semanas de especulações, finalmente Jason Kidd será um Mavericks mais uma vez. O Mavs e o New Jersey Nets concordaram uma troca em que o time texano envia Devin Harris, Jerry Stackhouse, DeSagana Diop, Maurice Ager, duas escolhas de primeiro round (uma em 2008 e a outra em 2010) e mais 3 milhões de dólares em dinheiro. O Nets, por sua vez, irá mandar Kidd e o ala-pivô Malik Allen para o Texas.

É esperado que o Nets dispense Jerry Stackhouse e que, após 30 dias, ele reassine com o Mavs. Além disso, ambas equipes podem finalizar outro acordo separadamente, no qual o time do pântano enviaria o ala Antoine Wright por uma futura escolha de segundo round.

Kidd, que completa 35 anos em um mês, foi draftado pelo Mavs em 1994 com a segunda escolha geral. O armador permaneceu no Texas pelas suas primeiras 3 temporadas, eventualmente sendo trocado por Steve Nash. Kidd tem médias de 11,3 pontos, 10,4 assistências e 8,1 rebotes.

Howard questionável

O ala Josh Howard está listado como questionável para o jogo de hoje contra o Portland Trail Blazers. Exames mostram que ele tem uma lesão na parte inferior das costas. Howard será uma decisão na hora do jogo.
12 de fev. de 2008

"Zica" atinge Josh Howard e Dirk Nowitzki

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Zica. Má fase. Azar. Todas essas expressões podem definir o que acontece no Dallas Mavericks. Depois das lesões de Devin Harris, Erick Dampier e Jerry Stackhouse, a derrota para o Philadelphia 76ers trouxe mais dois obstáculos: Josh Howard levou a pior numa disputa por um rebote com Reggie Evans, caiu e bateu a parte inferior das costas com força na quadra. Ele tentou retornar, mas não conseguia sequer calçar seus tênis. Ele será examinado hoje.

"Eu não vou saber até hoje", disse Howard quando foi perguntado se conseguirá jogar quarta-feira contra o Portland Trail Blazers. "Nós temos uma longa viagem de avião. Vamos ver como que eu me sinto".

O primeiro quarto da partida trouxe outro susto para os fãs do Mavs. Com menos de 5 minutos de partida, o ala Dirk Nowitzki saiu de quadra com fortes dores nas costas. Depois de receber tratamento no vestiário, Nowitzki conseguiu voltar e terminou com 14 pontos, 9 rebotes e 7 assistências. "Ela estava dura, eu não conseguia me mexer. Tive que fazer uns ajustes, mas me senti bem depois. Não sinto mais nada", disse o alemão.

O técnico Avery Johnson não quer que seus jogadores usem as contusões como desculpa. "Nós não nos importamos sobre quem está de uniforme. Nós temos um alto nível de excelência. Nós só não estamos lidando bem com as adversidades", admitiu Johnson.
11 de fev. de 2008

Cuban e o Mavs lidam com os rumores

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Mark Cuban já conhece essa rotina. Primeiro, foi Kevin Garnett. Depois, Kobe Bryant. Agora é com Jason Kidd. Todas essas super-estrelas da NBA pediram para ser trocadas e o Mavs apareceu como principal destino todas as vezes. É quase que um padrão. "E nunca acontece. Nunca", disse Cuban.

"É parte do negócio. Todo mundo explora, todo mundo espera que algo saia. Daí vira economia. Se é um negócio para salvar dinheiro, é fácil. Se for para conseguir um jogador, aí complica", admitiu o dono do time texano. Cuban reiterou ontem que toda a especulação envolvendo Jason Kidd e o Mavs é errada. Se o Nets quisesse "centavos em cima do dólar" (similar ao que o Memphis Grizzlies fez com Pau Gasol), Cuban estaria interessado, obviamente. mas ele também disse que se um acordo assim chegar perto de ser concluído, é difícil que o público e a imprensa descubram.

Assim como ninguém sabia que o Mavs foi o primeiro time a fazer uma investida por Shaquille O'Neal nesta temporada. Isso porque Cuban ligou algumas vezes diretamente para o dono do Miami Heat, Nicky Arison. "Isso acontece mais do que você imagina", disse Cuban sobre as conversas entre donos. "Por isso que, com a gente, você não ouve sobre coisas que não acontecem. Todas as trocas que não acontecem são aquelas feitas pela mídia ou que os jornalistas inventam".

Cuban não fechou a porta do Mavs para novos reforços, mas ele disse que é pouco provável que aconteça alguma troca. Caso algum veterano seja dispensado, algo como Sam Cassell ou Smush Parker, o Mavs pode fazer uma investida, afinal o time ainda possui toda a exceção de meio nível para gastar, algo em torno de 5 milhões de dólares.

Quanto aos rumores sobre Kidd, Cuban não afirmou se o armador draftado pelo Mavs na década passada fosse capaz de dar um título para o time. Ele ainda disse que Harris é "um armador top-5, sem dúvidas. Ele tem esse potencial. Nós mantemos registros de todas as estatísticas conhecidas pelo homem e ele está no rumo certo para se tornar um excelente jogador". No entanto, Cuban deixou aberta a possibilidade de que sempre se pode melhorar.
10 de fev. de 2008

De olho na NBDL

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O armador Maurice Ager foi enviado para o Tulsa 66ers da NBDL hoje pelo Dallas Mavericks, de acordo com o Yahoo Sports. Ager, a 28ª escolha do draft de 2006, jogou em 12 jogos pelo Dallas esta temporada e tem médias de 1,3 ponto e 0,3 rebote por jogo.

Em duas temporadas com o Mavs, o armador vindo de Michigan State fez 1,9 ponto por jogo e pegou 0,6 rebote em 44 partidas. Na D-League, Ager teve médias de 17,4 pontos e 2,4 assistências em oito jogos.

Fazekas

O ala-pivô Nick Fazekas, a 34ª escolha do draft de 2007, foi selecionado para participar do All Star Game da NBDL. O novato, ex-Nevada-Reno, vem mantendo excelentes médias de 19,9 pontos e 9,3 rebotes, além de 1,7 assistência.

Aliás, o técnico do Mavs, Avery Johnson, revelou que Fazekas poderá voltar a fazer parte do elenco do Mavs após o final de semana do All Star. "Ele foi lá e jogou bem. Para ser escolhido (para o All Star Game) é um grande reconhecimento. Ele provavelmente voltará depois do All Star Game. Nós queremos mostrar que isso (a NBDL) funciona. O Nick melhorou e nós queremos que ele continue melhorando", disse Johnson.
8 de fev. de 2008

Barea cresce enquanto Harris fica fora

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O armador portorriquenho Jose Juan Barea vem aproveitando ao máximo o tempo que ele vem recebendo com o titular Devin Harris afastado por contusão. E Barea realmente precisa mostrar serviço agora. Com os playoffs cada dia mais perto, o Dallas Mavericks precisa saber se eles poderão confiar no latino quando Harris tiver problemas com faltas ou lesões.

"É aí que nós queremos que ele esteja, nós queremos que ele seja uma parte da rotação", disse o técnico Avery Johnson. "Não quero colocá-lo nos jogos apenas quando nós estamos ganhando por 30 ou perdendo por 30 e os fãs ficam loucos quando isso acontece. Nós precisamos que ele embrace um papel importante no time".

"Nós não aumentamos a pressão em cima dele, afinal ele não precisa ir lá e ganhar o jogo sozinho. Mas se ele repetir a performance na última quarta (contra o Bucks), ele já terá ajudado a equipe um monte", completou Johnson. Barea, que começou como titular na última partida, anotou 13 pontos, distribuiu 4 assistências e não desperdiçou nenhuma bola. Ele ajudou o time a pular numa vantagem de 20 a 12 logo no início do jogo antes de ser substituído por Jason Terry.

Para Barea, são tempos difíceis. Ele não está somente tentando conquistar a confiança de seus companheiros de equipe e de seu técnico, mas de toda a Liga. Para saber o que Barea está passando, podemos ver Brandon Bass. Os times estão sempre olhando para o final dos bancos para ver jogadores que têm potencial de contribuir.

"Eu sempre achei que pudesse fazer o que estou fazendo", disse Barea. "Com um time desses e um técnico desses, tudo fica mais fácil". O portorriquenho ainda demonstrou confiança e humildade. "Eu sempre procuro ser o melhor. Eu quero ser titular. Mas sou realista também. Eu posso ser um grande reserva por alguns anos. Se eu continuar fazendo o que estou fazendo - não cometendo erros no ataque e melhorando na defesa - eu sei que posso ter um lugar na rotação", concluiu Barea.
7 de fev. de 2008

Mavs opinam sobre troca de Shaq

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A cada mudança na conferência Oeste, cada vez mais o Dallas Mavericks sente a necessidade de não fazer nada e manter o percurso. E com boa razão, segundo um de seus veteranos.

Eddie Jones, que já está em sua 14ª temporada na liga, sabe que o fato do Lakers ter adquirido Pau Gasol e o Phoenix Suns ter apostado em Shaquille O'Neal não força o Mavs a fazer alguma troca. "Ninguém fez nada que nós não podemos enfrentar", Jones disse nesta quarta-feira. "Nosso time é muito bom, nós podemos lidar com tudo que aconteceu".

Para Jones também, a troca que parou a liga nesta quarta tem um motivo apenas: "Eles fizeram por causa de Los Angeles (Lakers). O que Phoenix fez foi estritamente por causa de Gasol no Lakers".

Enquanto que Shaq volta para a conferência Oeste, o técnico Avery Johnson está particularmente feliz em ver Shawn Marion fora do Suns. Marion sempre complicou a vida do Mavs e, principalmente, de Dirk Nowitzki, sua principal missão na defesa. "Eu não sei o quanto estou feliz de ver Shaq no Suns. Mas eu com certeza fiquei feliz de ver o Marion longe", brincou o comandante do Mavs.

Devin Harris

Harris parou de usar a bota ortopédica que protegia seu pé machucado ontem. Mas, para ele, aquela não era uma bota feita para andar. O armador do Mavs continua fazendo sua recuperação com exercícios na piscina e na bicicleta. "Eu sou um peixe - ou o Lance Armstrong numa bicicleta", brincou Harris. Sobre seu retorno, o jogador acredita que poderá voltar aos treinos depois do All Star Weekend.
6 de fev. de 2008

Dê tempo ao tempo

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Primeiro, Gasol no Lakers. Agora, surgem rumores de Shaquille O'Neal no Suns. Dois dos nossos principais rivais buscam reforços de peso, All Stars por anos a fio. E nós? Ficamos sonhando por duas semanas com o carequinha da foto acima, também conhecido por Jason Kidd. O que parecia certo há exatamente uma semana, hoje é nada. Porquê? Podemos dizer que é porque o presidente do Nets, o excelentíssimo senhor Rod Thorn, pede demais pelo seu astro. Pode ser também porque Kevin Pritchard, general manager do Portland Trail Blazers, esteja relutando ao negociar peças importantes de seu banco, tais como Jarrett Jack e Channing Frye. Mas eu consigo ver um terceiro fator impedindo uma negociação do Kidd: o próprio Dallas Mavericks.

Explico-me: na temporada 2005-06, este mesmíssimo elenco chegou às Finais mas encontrou com uma estrela em ascensão chamada Dwayne Wade e seu Miami Heat recheado de jogadores no fim de suas carreiras e jovens com pouco ou nenhum potencial. Ano passado, 67 vitórias, 15 derrotas, sexta melhor campanha da história da NBA e... a maior zebra da história da NBA, ao perder por 4 a 2 para o Golden State Warriors, oitavo colocado na conferência Oeste. O que isso tem a ver com adquirir Kidd? Tudo. Esse é um time que já teve sucesso junto. É um grupo que se conhece, que gosta de jogar junto e que está focado em um objetivo comum: o título.

Para quem está acompanhando o meu raciocínio, é um grupo nos moldes do San Antonio Spurs, o atual campeão. O Spurs foi montando seu elenco através do draft (Duncan, Parker e Ginobili) e de aquisições inteligentes (Bowen, Oberto, Finley, Barry, Horry, Bonner). O Mavs, ora pois, também fez isso, com as escolhas de Devin Harris, Josh Howard e Dirk Nowitzki em drafts, além de conseguir Jason Terry, Jerry Stackhouse, Erick Dampier, DeSagana Diop e Brandon Bass. O modelo é o mesmo, então se eles tiveram sucesso, porque não nós?

O Spurs é sem dúvida o time mais vitorioso desta década. 3 títulos, sempre disputando as primeiras colocações, a equipe encabeçada pelo pivô Tim Duncan é com certeza um exemplo a ser seguido. O Mavs segue esse exemplo. O Spurs só possui jogadores de alto calibre e de caráter, nenhum jogador reclama e todos sabem seu lugar no elenco. A mesma coisa acontece no Mavs. O único possível "câncer" do time azul e prata, o ala Jerry Stackhouse, aceitou seu papel como principal reserva de maneira esplêndida. Vendo assim, não há porque não imaginar que esse mesmo grupo não possa levantar o troféu Larry O'Brien em junho.

Muitos críticos podem dizer que, com essa nossa atual concepção, nós precisaremos de um jogador de alto calibre (como Kidd) para sermos campeões. Eu digo que não. Nós são somos um time defeituoso como o Lakers (show de um homem só) ou como o Suns (time rosquinha: com um buraco no meio). Na verdade, nosso grande defeito é não ter uma liderança forte na equipe, tal qual Duncan é para o time das esporas. Mas isso é algo que ainda podemos conseguir mesmo com esse time! Jones, Stackhouse, Nowitzki, todos eles podem ser líderes do Mavs. Todo grande time cresce junto. Duncan, Parker e Ginobili só são o que são hoje porque cresceram juntos. Kobe e Shaq no Lakers do início da década também. Michael Jordan e Scottie Pippen no Bulls, Larry Bird, Kevin McHale e Robert Parish no Celtics, todos eles passaram anos juntos.

Será que estamos fazendo o certo ao trocarmos vários jogadores por um veterano que talvez traga um título? Na minha humilde opinião, dê tempo ao tempo e nós seremos campeões com Harris, Terry, Howard, Nowitzki e Dampier.
4 de fev. de 2008

Fim do sonho - Cuban nega qualquer troca por Kidd

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Neste último domingo, o dono do Mavs, Mark Cuban, finalmente terminou com todos os rumores sobre a troca de Jason Kidd. Cuban enviou um e-mail para vários veículos de comunicação dos Estados Unidos com a simples mensagem: "Nós não trocaremos por Jason Kidd".

"Nós não esperamos fazer nada", admitiu o milionário. No entanto, ele chegou a abusar um pouco, principalmente no comunicado enviado para o Sporting News. "Fique longe de seu traficante de crack", disparou Cuban.

O principal motivo que leva todos a acreditar em Cuban é simples: ele não quis dar um contrato de 65 milhões de dólares por 5 temporadas pra Steve Nash em 2004 devido a duvidas sobre a saúde do canadense. Então isso torna ainda mais improvável que ele resova pagar cerca de 60 milhões para Kidd pelos próximos 3 anos, ainda mais sendo que Kidd é mais velho e mais suscetível a contusões que o hoje armador do Phoenix Suns.

Ainda assim, com 17 dias faltando para a data limite de trocas, Dallas ainda é uma das principais cidades que pode receber o armador. Lakers, Cavaliers e Nuggets ainda são outros destinos prováveis para Kidd.
1 de fev. de 2008

Troca de Kidd cada vez mais improvável

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Apesar de todas as especulações nos últimos dias, parece que a negociação do armador Jason Kidd pode não se concretizar. O primeiro fator que está impedindo a troca seria o pedido do Nets: Devin Harris ou Josh Howard. "O que eles querem nós não queremos negociar", disse uma fonte anônima do Mavericks.

"Nós também não temos nenhum contrato grande para trocar. Teríamos que mandar 6 jogadores para igualar o salário do Kidd. Nós não vamos trocar metade do elenco e nem eles conseguem abrir tantas vagas", complementou a fonte.

Até agora, a afirmação mais chocante que uma negociação de Kidd está longe de acontecer veio do técnico Avery Johnson. "Nós não estamos envolvidos", disse ele secamente. "Qualquer um pode jogar nomes. Isso é parte das especulações. Mas nós não estamos envolvidos. Isso eu posso dizer para eles. Nós gostamos do nosso time e estamos evoluindo", finalizou Johnson antes do jogo contra o Boston Celtics.

As negativas de Johnson não pararam com as especulações. O New York Post publicou hoje em seu site que, se a troca realmente vier a acontecer, o dono do Mavs, Mark Cuban, estaria disposto a dar a extensão de contrato que Kidd quer do Nets. Acredita-se que esta extensão seria por mais 1 temporada, pelo módico valor de 20 milhões de dólares.
 

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