31 de jan. de 2008

Obstáculos no caminho

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O que parecia estar certo, pode ter que enfrentar alguns obstáculos. As conversas sobre a troca envolvendo o armador Jason Kidd aparentemente esfriaram na quarta-feira, com o New Jersey Nets querendo receber o armador Devin Harris ao invés de Jerry Stackhouse, Devean George e DeSagana Diop do Mavs.

O Nets, por estar negociando sua principal estrela, quer receber um jovem jogador com potencial de All Star, e o único jogador que possui essa "categoria" é Harris, que no acordo previamente estabelecido, iria para o Blazers. O Mavs, por sua vez, parece aceitar que, para conseguir Kidd de volta, terá que negociar Devin Harris.

O Blazer, não querendo fazer por menos, também começou a reclamar sobre a lesão de Harris (Harris lesionou o osso do tornozelo e ficará de fora por pelo menos 2 semanas) e também sobre ter que negociar o ala Travis Outlaw, um dos melhores jogadores de Portland nesta temporada.

O que ainda pode salvar o acordo é se o Blazers mudar sua opinião sobre Outlaw e resolver negociá-lo com o Nets. O ala também é um jogador jovem e em franca ascensão. Os outros dois jogadores do Blazers que iriam para o Nets (Channing Frye e Jarrett Jack) também possuem um futuro promissor e podem ajudar bastante o time dos pântanos.

Apesar de todas as complicações, tanto Dallas quanto Portland querem terminar logo com todos os rumores, pois eles acreditam que, se isso se estender, poderá afetar seus times em quadra.
30 de jan. de 2008

Howard impede troca de Kidd

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O New York Daily News revelou hoje que ainda existe um impecilho na troca de Jason Kidd para o Mavs. O New Jersey Nets pede o ala Josh Howard, mas o Mavericks recusa colocar o talentoso Howard em qualquer negociação. Por isso que ambas equipes buscam uma terceira parte para montar uma negociação plausível para todos os times.

Lakers

O Los Angeles Times, por sua vez, afirmou em sua edição de hoje que o Lakers não irá entrar na disputa por Kidd. Na última temporada, Kidd esteve perto do time californiano, mas o Lakers se recusou a incluir o pivô Andrew Bynum no pacote pelo carequinha.

Blazers é o terceiro time

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O site NorthJersey.com revelou hoje qual é o terceiro time na negociação que pode levar o armador Jason Kidd para Dallas: o Portland Trail Blazers. As três equipes vêm discutindo um cenário complicado que levaria Jarrett Jack e Travis Outlaw para o Nets, junto com os contratos no fim de DeSagana Diop e Devean George, além do ala Jerry Stackhouse e de escolhas no draft e dinheiro.

A informação surge após os rumores sobre a saída de Kidd ganharem cada vez mais força. Ontem, o armador admitiu querer voltar para suas raízes. Já na partida de ontem, mesmo com todas as especulações levando ele para longe do Nets, a torcida ainda aplaudiu o armador, que ainda tem um lugar especial no coração do povo de New Jersey.

O mesmo site ainda afirma que outros times, tais como Lakers, Nuggets e Cavaliers, continuam atrás do armador, e que outros times, como Spurs e Suns, podem entrar na roda também.
29 de jan. de 2008

Kidd diz para amigos que quer ir para Dallas

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O que já vem sendo especulado há meses pode enfim se tornar realidade. Segundo Adrian Wojnarowski do Yahoo.com, o armador do New Jersey Nets, Jason Kidd, vem confessando para amigos que ele quer retornar para onde começou a sua carreira: Dallas.

Após meses de rumores, ele finalmente admitiu hoje que é melhor ele sair do Nets. A franquia foi revitalizada pela chegada do armador em 2002, chegando às Finais por duas temporadas seguidas, mas sem sucesso. Desde então, Kidd tem mantido o Nets entre os principais times da conferência Leste, mas os bons tempos acabaram.

Kidd e o presidente do time, Rod Thorn, antes eram amigos e confidentes. Hoje não suportam nem dividir um ônibus. A situação insuportável deve levar à negociação de Kidd com o Mavericks, que surge como o principal time na busca pelos serviços do armador.

Segundo Wojnarowski, ambas equipes vêm trocando propostas há semanas, mas não chegaram a um acordo sem necessitar de uma terceira equipe. O Mavs não vai colocar Josh Howard em nenhuma oferta e o Nets quer uma jovem estrela, contratos no fim, escolhas no draft e dinheiro.
28 de jan. de 2008

Kidd próximo de ser trocado

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A NBA já viu esta história uma vez nesta temporada, mas parece que agora é pra valer. O armador Jason Kidd, considerado por muitos como o melhor armador da liga, pode ser trocado até a data limite desta temporada, que é no dia 21 de Fevereiro.

Um fonte próxima confirmou para o site NorthJersey.com que o Nets tem explorado todas as opções para negociar Kidd e que os donos do time já deram permissão para tal. Já de acordo com uma fonte do The New York Post, o Nets estava procurando jogadores do mesmo calibre por Kidd, mas como não existem ofertas "boas", aparentemente jogadores com contratos no fim e escolhas no draft são a opção.

Um dos cenários discutidos tem o armador retornando para Dallas, onde ele começou sua carreira, provavelmente com algum outro time incluído na negociação. O Nets receberia o ala Devean George, o pivô DeSagana Diop e escolhas no draft de 2008. O ala-armador Jerry Stackhouse pode ser incluído para os salários baterem, mas é muito provável que outros jogadores devam ser incluídos no acordo.

Kidd, entretanto, afirma não ter pedido para ser trocado - o que não elimina a possibilidade de seu empresário ter feito o "trabalho sujo". Até o momento, o presidente do Nets, Rod Thorn, e seu assistente, o ex-gerente geral do Nuggets, Kiki Vandeweghe, admitiram não ter nenhum acordo feito. Mavs, Lakers, Nuggets e Cavaliers são os times mais interessados no armador, que disse não se importar em retornar para a conferência Oeste.

Harris machucado

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O armador Devin Harris torceu o tornozelo ontem contra o Denver Nuggets e deve desfalcar o Mavs por alguns jogos, começando pela partida de hoje contra o Memphis Grizzlies fora de casa. "É uma torção forte. Nós vamos saber mais após os exames", disse Harris após o jogo.

O jogador deixou o American Airlines Center de muletas, com o pé numa bota ortopédica e evitando colocar peso em cima do pé lesionado. Ele não viajou com o time para Memphis e passará por uma ressonância magnética hoje para avaliar a contusão. Os raios-x, no entanto, não acusaram nenhuma lesão, eliminando as chances de Harris ter quebrado o pé.

Sem Harris, presume-se que o armador Jason Terry passe a controlar as funções de armador principal e que o portorriquenho Jose Juan Barea ganhe mais minutos como principal reserva.

Atualização: Harris deve desfalcar o Mavs pelas próximas 2 a 3 semanas com uma contusão no osso do tornozelo direito.
27 de jan. de 2008

Johnson: "Harris será um All Star"

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Parece loucura, mas não é. O técnico Avery Johnson admitiu que seu armador, Devin Harris, pode ser um All Star na temporada que vem. "Ele (Harris) cresceu. Ano que vem, você poderá estar falando do Devin para o All Star Game. Quem sabe? Seria muito bom", disse Johnson.

Harris não escondeu sua felicidade ao saber da opinião de Johnson. Ele abriu um largo sorriso antes do jogo contra o Los Angeles Lakers, no qual marcou 16 pontos no segundo tempo mesmo com um tornozelo lesionado e ajudou o Mavs a ganhar por 112 a 105.

Enquanto ele não será selecionado para o jogo deste ano, Harris com certeza tem feito partidas dignas de um All Star recentemente. Nos últimos 5 jogos, o veloz armador têm marcado 18,8 pontos por jogo e distribuído 6,8 assistências, além de acertar pelo menos 50% de seus arremessos e cometer apenas 2,2 erros por jogo.

Nesta temporada, Harris se tornou o principal armado da equipe e um jogador de confiança do técnico Avery Johnson. AJ, por sua vez, quer que Harris force o jogo corrido sempre que possível e que ele ataque a cesta e distribua a bola quando não puder correr.

Nenhum jogador fica mais tempo em quadra que Harris. E nenhum jogador leva tantas pancadas durante o jogo do que ele. No entanto, todo esse sacrifício parece estar pagando dividendos para Harris.
24 de jan. de 2008

Stackhouse piora contusão

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Se o Mavs já estava jogando ontem sem um de seus principais reservas, eles podem ter que enfrentar o Los Angeles Lakers na próxima sexta-feira sem outro. O ala armador Jerry Stackhouse jogou apenas 7 minutos ontem contra o Charlotte Bobcats devido a reagravar a distensão do tendão da perna direita.

Stackhouse havia sofrido com a mesma lesão na última viagem do time, inclusive perdendo o jogo contra o Sacramento Kings. Com a pausa de 4 dias na semana passada, o jogador achou que iria se recuperar. Ele jogou contra o Seattle SuperSonics e contra o Washington Wizards sem sentir nada, mas a lesão voltou a incomodá-lo em Charlotte. "É uma pequena distensão. Provavelmente ela não estava totalmente curada. Você atinge ela toda vez que você faz alguma coisa no basquete", admitiu Stackhouse. "Ela é um pouco pior do que quando eu sofri pela primeira vez em Los Angeles. Eu não fui examinado daquela vez, mas eu acho que vou passar pelos exames para ter certeza que não tem nada demais acontecendo ali".

Stackhouse, natural da Carolina do Norte, comprou 65 ingressos para familiares e amigos para o jogo desta quarta-feira. Pena que eles não puderam ver ele em quadra por muito tempo.

Tornozelo

O ala-pivô Brandon Bass, por sua vez, foi examinado nesta quarta-feira e não foi revelado nenhum dano estrutural no seu tornozelo direito. O técnico Avery Johnson, no entanto, disse que existe uma questão que "nós devemos cuidar com mais atenção do que antes". Johnson não revelou o que seria. Bass perdeu o jogo de quarta-feira é listado como provável para o próximo jogo.

Três pontos

O ala-pivô Dirk Nowitzki revelou depois do jogo que não recebeu nenhum convite da Liga para participar do Campeonato de Três Pontos este ano. Nowitzki foi o campeão em 2006 mas perdeu o título ano passado para o armador Jason Kapono, então no Miami Heat, hoje no Toronto Raptors. Ele nem espera ser convidado. "Eu estou chutando 30%. E não sou nem o atual campeão", admitiu o alemão. Seu companheiro de time Jason Terry também não sabe se será chamado ou não.
23 de jan. de 2008

Crise do Clippers atinge Mavs

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O Los Angeles Times revelou hoje que na última inter-temporada o Los Angeles Clippers havia concordado em trocar o talentoso ala-armador Corey Maggette (de branco na foto) pelo armador Jason Terry do Mavericks. A troca não foi realizada pois o dono da equipe californiana, Donald Sterling, se recusou a negociar o ala, um de seus favoritos dentro do time.

Maggette atualmente fatura quase 8 milhões de dólares por ano e seu contrato, que termina nesta temporada, conta com uma opção de jogador para extendê-lo mais um ano. Já Terry faz quase 9 milhões de dólares anualmente e só terá passe livre em 2012. Sterling afirmou que a extensão dos contratos foi o principal motivo para o veto e não a preferência pessoal do executivo.

O Los Angeles Clippers, atualmente a quarta pior equipe da conferência Oeste com apenas 12 vitórias em 37 partidas, passa por uma forte crise interna, com constantes desentendimentos entre o dono, Sterling, e o técnico, Mike Dunleavy Sr. Foi Dunleavy, aliás, que queria que a troca ocorresse. Não se sabe se outros jogadores estavam envolvidos nas negociações.

Bass contundido, Dirk premiado

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O ala-pivô Brandon Bass vem jogando a algumas partidas com uma lesão no pé direito que os médicos do time acreditavam que não iria afetar o desempenho do jogador. Entretanto, depois de seguidas partidas ruins e dificuldades, esse não é o caso.

Bass foi mandado de volta para Dallas depois do jogo contra o Washington Wizards para ser re-examinado. Ele irá desfalcar o time hoje contra o Charlotte Bobcats. "Antes ele só estava sentindo dor, agora ele realmente está lesionado. Nós vamos saber mais depois que ele for reavaliado", disse o técnico Avery Johnson.

Bass jogou 10 minutos contra o Wizards e não contribuiu em nada. No jogo anterior, contra o Seattle SuperSonics, apesar das dores, ele anotou 9 pontos e 4 rebotes em 19 minutos. Johnson disse que jogadores como o veterano Juwan Howard e possivelmente o novato Nick Fazekas irão substituir Bass na rotação, seja como reserva de Nowitzki ou como pivô.

Prêmio

Nesta segunda feira o ala do Mavs Dirk Nowitzki foi premiado pela Liga com o Prêmio de Assistência à Comunidade pelo mês de Dezembro. Junto de Devin Harris, Nowitzki comprou 10 mil dólares em brinquedos e ajudou a distribuir os presentes para os pacientes do Texas Scottish Rite Hospital for Children. Também em Dezembro, Nowitzki participou de duas ações da Make-A-Wish Foundation, "concedendo" os desejos de duas crianças com doenças terminais.

"Eu gosto da oportunidade de dar algo de volta para a comunidade de Dallas que sempre está lá para me apoiar", disse Nowitzki. "Ajudar crianças é uma das melhores coisas que eu posso fazer como um atleta profissional". Ele receberá o prêmio no próximo domingo, quando o Mavs recebe o Denver Nuggets no AAC.
21 de jan. de 2008

Diop quer voltar a jogar bem

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Conhecido no elenco por ser nosso melhor defensor dentro do garrafão, o pivô senegalês DeSagana Diop não tem tido minutos consistentes nesta temporada, justamente seu último ano de contrato. Entretanto, ele se mostra confiante para voltar à sua velha forma dentro de quadra.

"Vocês se preocupa com isso, não vou mentir", disse Diop, que fará 26 anos no próximo dia 30. "Eu achei que tinha feito o suficiente nos meus dois primeiros anos (com o Mavs) que a liga poderia ver". Diop admite que é difícil não estar na quadra, mas sabe que se a preferência do técnico é por outros jogadores, ele vai apoiá-los. "Eu quero o dinheiro (do novo contrato). Mas quando eles estão na quadra, eu torço por eles. É assim que eu sou".

O técnico Avery Johnson sabe disso e quer poder contar com Diop, mas admite que "ele não está mais dando tocos como nós queremos. Nós estamos tentando levá-lo de volta ao nível das temporadas passadas. Ele está melhorando".

"Ele costumava ser o rei da floresta para nós. É uma piada interna. Ele comandava tudo dentro do garrafão. Nós estamos tentando levá-lo de volta para o ponto em que ele pode defender o garrafão do jeito que nós precisamos consistentemente", afirmou Johnson.

Porquê então Diop caiu tanto de produção quando mais se precisa dele? Porque uma seqüência boa de jogos pode significar o futuro dele. "Isso (a má fase) acontece com qualquer, em qualquer mês ou ano. Mas ele sabe o que nós queremos dele e ele pode voltar ao normal logo", afirma Johnson, expressando confiança em seu pupilo.

Dia de Martin Luther King

O dia de hoje é o dia de Martin Luther King, o pastor e ativista político que sempre lutou pelos direitos civis da população negra nos Estados Unidos. A NBA sempre comemora esta data com vários jogos e o Mavericks visita o Washington Wizards hoje às 16h (horário de Brasília). A capital dos Estados Unidos parece um lugar ideal para comemorar este importante feriado.

Para alguns jogadores do Mavs, tais como Juwan Howard e Jerry Stackhouse, é como se fosse uma volta no tempo. Stackhouse passou 2 anos com o Wizards mas nunca se encaixou no time e foi trocado para o Mavericks no draft de 2005. Já Howard passou suas primeiras 7 temporadas defendendo as cores do time da Capital antes de, coincidentemente, se transferir para o Dallas Mavericks durante a temporada 2000-2001.
20 de jan. de 2008

Mavericks querem Johnson de volta pra casa

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Na manhã deste sábado, o Dallas Mavericks estava empatado com quatro outros times com 12 derrotas. Em adição a ao fato que o San Antonio Spurs está em quinto por ter jogado menos jogos que os outros, esse grupo de times significa algo mais: nas próximas 2 semanas, esses times irão batalhar para ver quem manda o seu técnico para o All Star Game.

O time que tiver o melhor recorde da conferência no dia 3 de Fevereiro mandará sua comissão técnica para comandar a seleção do Oeste nas festividades dos dias 15, 16 e 17. Por ser natural de New Orleans, o técnico Avery Johnson seria uma excelente escolha para treinar o time de estrelas, mas sabe que seu time precisa cooperar.

"Seria uma honra", disse Johnson. "Mas a única coisa que isso realmente significaria é que nosso time está jogando um basquete muito bom".

O técnico do Boston Celtics, Doc Rivers, está virtualmente assegurado como o técnico da seleção do Leste. No Oeste, no entanto, Johnson admitiu que a escolha do técnico será apenas mais uma parte da temporada que será definida nos últimos instantes.

"Todo mundo está junto. Este ano, o quarto e quinto colocados podem terminar com o mesmo recorde. Eu acho isso ótimo para a Liga", afirmou Johnson.
18 de jan. de 2008

Condicionamento físico faz a diferença para Mavs

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O Mavericks não está esperando sentado para voltar às quadras. Essa pausa de 4 dias entre os jogos vem em uma boa hora para o time.

Na terça-feira, o time chegou de viagem às 4 horas da manhã e teve o dia de folga. Nos últimos dois dias, no entanto, eles tem freqüentado a academia, buscando melhorar o seu condicionamento físico além de trabalhar na defesa e nos arremessos.

É esse aspecto físico que faz Avery Johnson estar confiante em seu time, que se aproxima de uma seqüência de seis jogos em 10 dias. Semana passada, o time ganhou do Seattle SuperSonics e do Los Angeles Clippers em noites seguidas e de maneiras diferentes - atropelou o Sonics e ganhou na última cesta do Clippers. "Eu acho que foi nosso condicionamento físico que nos permitiu fazer isso", afirmou Johnson.

Dirk Dominante

O ala Dirk Nowitzki vem numa seqüência boa de jogos em janeiro, com médias de 24,1 pontos, 6,9 rebotes, 2,9 assistências, acertando 53,2% de seus arremessos, 50% de seus chutes de longa distância e 91,7% dos lances livres que tentou. Mesmo sem estar nas suas tradicionais seqüências de 30 pontos ou mais em várias partidas, Avery Johnson se mostra otimista com o desempenho de sua estrela. "Ele está num bom estado mental. O Dirk está subindo a montanha agora, e é bom ver isso", disse o técnico.

Nowitzki ainda por cima vem utilizando um novo arremesso no seu arsenal: um gancho de esquerda na corrida. Ele vem trabalhando nesse arremesso há anos, mas nunca o usou com freqüência como agora. "Para alguém do tamanho dele, ele pode fazer movimentos rápidos. É bom ver que ele tem confiança para usar o gancho mais vezes", concluiu Johnson.

Defesa melhora, mas não está 100%

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Não existe jeito melhor de colocar o Mavericks na defensiva do que falar sobre... defesa. Ela está bem. Ou melhor, para sermos honestos, está melhorando.

"Está muito melhor do que o que era no início do ano", disse Josh Howard nesta quinta-feira. "Nós ainda estamos levando muitos pontos, mas no geral estamos jogando muito melhor na defesa".

Os 122 pontos feitos pelo Sacramento Kings então podem ser considerados um pequeno desvio do percurso. Antes dessa partida, o Mavs manteve 10 oponentes seguidos abaixo da marca dos 100 pontos, prova mais do que suficiente que eles melhoraram na defesa. No entanto, o técnico Avery Johnson ainda não está feliz.

Johnson foi perguntado em que nível a defesa do Mavericks está hoje, sendo 1 o ponto inicial da temporada e 100 o objetivo para os playoffs. "Eu diria que nós estamos num 75 provavelmente. Tem melhorado, mas nós sabemos que 75 não é onde nós queremos estar".

O Mavericks está atingindo a metade da temporada dentro de 3 jogos, após uma visita para o Washington Wizards. É nesse momento que os principais times melhoram seu jogo para os playoffs. Ano passado, foi quando as falhas começaram a aparecer. Esse ano, o objetivo é continuar o progresso, principalmente na defesa.

"Eu não diria que é fácil ir do 1 para o 75, mas é mais difícil ir do 75 para o 90 ou 95", disse Johnson. "O fato é que nós não queremos estar num 85 hoje e diminuir para um 70 daqui 3 semanas".

Uma arma de Johnson para melhorar a defesa é Eddie Jones. Muito criticado pelas suas fracas médias, o armador tem se mostrado como a principal peça defensiva do Mavs nesta primeira metade da temporada. Por jogar cerca de 20 minutos (geralmente no início de cada tempo), ele já dita o ritmo da defesa do Mavericks. Para Howard, Jones ajuda o time a se comunicar na defesa e "sair dos nossos cascos".

Já Jones elogia muito o esquema de Johnson, dizendo que "o técnico me pôs numa excelente condição. Do jeito que ele faz, eu posso ter sucesso e o time também". Então, o que um dos melhores defensores do time tem a dizer sobre a defesa? "Eu acho que nós melhoramos, mas tem jogos em que as coisas não funcionam na defesa. Às vezes os times entram numa seqüência muito boa que fica difícil pará-los, eles pegam uma confiança incrível. Acho que foi isso que aconteceu contra o Sacramento. Eles não erravam, não importava o que fizéssemos".

Quanta diferença

Jones pode não marcar muitos pontos, mas com certeza faz a diferença quando está em quadra:

Com Jones Categoria Sem Jones
21 Jogos
17
90.7 Pontos sofridos 101.9
16-5 Recorde 10-7
16 de jan. de 2008

Mavs usa folga de 4 dias para melhorar defesa

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O Dallas Mavericks só volta às quadras no sábado, quando recebe o Seattle SuperSonics no American Airlines Center. Mas, para quem pensa que os 4 dias que antecedem o confronto serão de descanso, está enganado. O principal objetivo de Avery Johnson e a comissão técnica é melhorar a defesa e as performances fora de casa.

O time está com 9 vitórias e 9 derrotas fora de casa e sabe que precisa melhorar, mesmo ganhando 4 das últimas 6 partidas longe de Dallas. Mesmo com o recorde mediano, o time ainda busca melhorá-lo, ainda que não deixa isso transparecer. "Eu não estou preocupado com os jogos fora", disse o ala Dirk Nowitzki. "Nós tivemos um começo ruim fora de casa. Mas agora nós voltamos a jogar o nosso estilo, todo mundo junto e sem contusões - eu realmente não estou preocupado".

Quanto a defesa, ela será a principal preocupação dos jogadores nessa pausa. Depois de passar 20 quartos (ou cinco partidas) sem permitir mais de 30 pontos num período, o Mavs permitiu que o Kings marcasse 31 e 36 pontos no terceiro e quarto períodos do jogo de segunda feira.

"Não foi uma boa partida defensivamente", admitiu Nowitzki. "Se você marca 120 pontos fora de casa, isso deve ser o suficiente para ganhar. Tem noites que você não consegue uma jogada defensiva. Uma jogada defensiva no final era o que precisávamos. Geralmente, nós conseguimos essa jogada".

"Nós precisamos olhar para algumas coisas. Nós sabíamos disso o tempo todo. Vai ser difícil pensar nisso nesses 4 dias", concluiu o alemão.
14 de jan. de 2008

Howard quer acabar com má fase

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O ala Josh Howard volta ao time hoje contra o Sacramento Kings após perder o jogo contra o Los Angeles Clippers. Isso significa que ele pode tentar mais uma vez acabar com a má fase que sofre.

Má fase? Para os padrões de Howard, 18 pontos e 8 rebotes de média nos últimos 8 jogos é má fase - são 3 pontos a menos que sua média na temporada. "É, eu acho que atingi esse nível", afirmou o ala do Mavericks.

"Eu acho que ele melhorou", disse o assistente técnico Paul Westphal. "Ele tem levado a melhor de um número muito grande de bons jogadores esse ano, caras de renome que realmente não conseguem fazer nada contra ele. É por isso que ele chama 17 pontos e 8 ou 9 rebotes má fase. Ele está num nível que não é irracional esperar que ele leve a melhor toda noite".

Nessa época do ano, qualquer jogador com as médias de Howard estaria pensando em uma viagem para New Orleans para jogar no All Star Game. No entanto, não é isso que ele pensa. "Eu prefiro ter um título da NBA do que ser votado para ir para o All Star Game", revela Howard. "Isso é basicamente o lema da organização inteira. Ninguém entra na quadra querendo se mostrar para conseguir um grande patrocínio ou um apelido", emendou Westphal.

O valor de Howard para o time foi revelado na difícil vitória contra o Clippers no sábado. Durante a partida toda, a equipe teve dificuldades para atacar e defender sem Howard. "Ele sempre encontra um jeito de ajudar o time", admite o ala Jerry Stackhouse. "E ele melhorou demais nas vezes que ele não está numa grande noite. Ele faz outras coisas além de pontuar para ter um impacto no time. Ele pode jogar na defesa e pegar 10, 12 rebotes e nos ajudar".
11 de jan. de 2008

Chance de ouro para Mavs

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Com 15 dos próximos 21 jogos fora de casa, o Mavericks tem uma chance de ouro para melhorar seu recorde fora de casa. É tido ao redor da Liga que os times campeões sempre se dão bem fora de casa. O Mavericks sempre foi uma grande equipe longe do American Airlines Center, mas nessa temporada está um mero 7-8 fora de casa.

Um número muito utilizado para definir como um time está jogando é a diferença entre as vitórias fora e as derrotas em casa. O Mavericks atualmente possui 4 vitórias fora de casa a mais do que derrotas. Apesar de bom, esse número consegue ser inferior ao de times como New Orleans Hornets (+7), Houston Rockets (+5) e Los Angeles Lakers (+5).

Hoje, o Mavericks começa uma viagem de 3 jogos fora de casa ao visitar o Seattle SuperSonics. Embalado pelas recentes vitórias sobre Warriors, Heat e Pistons, o time parece ter encontrado seu ritmo dentro de quadra na hora perfeita. "Para nós, felizmente, a gente está começando a parecer com os Mavericks que eu esperava", disse o técnico Avery Johnson. "Se nós continuarmos parecendo com os Mavericks dos últimos jogos, então nós podemos continuar focados e melhorando o jogo. E é nisso que nós estamos nos focando", completou.

De olho em New Orleans

Se o All-Star Game fosse hoje, o técnico da seleção Oeste seria Mike D'Antoni, do Phoenix Suns. No entanto, como D'Antoni já treinou o time no ano passado, esse cargo cairia no colo de Avery Johnson, com Gregg Poppovich, Byron Scott e Phil Jackson também podendo ser eleitos. Mesmo que não seja eleito, o treinador do Mavs, natural de New Orleans, admitiu que estará prestigiando as festas. "Seria uma honra (estar no All-Star Weekend)", disse Johnson.

De volta para casa

O armador Jason Terry nasceu em Seattle, onde o Mavs joga hoje, e já reservou cerca de 50 ingressos para familiares e amigos. No entanto, JET ainda espera que o número cresça para quase 80. "A única certeza sobre Seattle é que está chovendo lá agora. Isso eu tenho certeza", brincou Terry.
10 de jan. de 2008

Saunders relembra surgimento de Billups contra o Mavericks

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O hoje armador do Detroit Pistons Chauncey Billups nem sempre foi a estrela que é hoje. Seu técnico Flip Saunders relembra exatamente como Billups surgiu para o mundo da NBA. "Quando ele teve 22 pontos de média contra o Dallas Mavericks, nos playoffs, foi provavelmente o começo de tudo", destaca Saunders, que comandou Billups no Minnesotta Timberwolves e agora no Detroit Pistons.

"Durante a temporada regular, ele teve um jogo fenomenal, em que ele fez 20 pontos num quarto somente e nós viemos aqui e ganhamos do Dallas", completa Saunders. Na verdade, Billups fez 37 pontos naquele jogo, até hoje a maior marca de um Timberwolf contra o Mavericks.

No entanto, o sucesso de Billups nas Cidades Gêmeas não durou muito. Como o time havia assinado Terrell Brandon por mais de 10 milhões de dólares anuais, Billups foi embora e assinou com o Detroit Pistons, onde já foi campeão da NBA e MVP das Finais.

Recorde para Dampier

O pivô Erick Dampier acertou os 3 arremessos que tentou contra o Detroit e estendeu sua marca para 14 arremessos acertados consecutivos. Ele quebrou o recorde do Mavericks, previamente de 13 arremessos detido pelo pivô James Donaldson (Abril de 1987) e pelo ala Jay Vincent (Fevereiro de 1982).

Os 14 acertos de Dampier vieram durante 3 jogos. Eles começaram depois de Dampier errar 3 arremessos contra o Cleveland Cavaliers em 27 de Dezembro. Desde então, Dampier foi 6/6, 5/5 e 3/3 nos arremessos de quadra contra o Atlanta Hawks, o Golden State Warriors e o Detroit Pistons respectivamente.
9 de jan. de 2008

Dampier e Stackhouse de volta

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O pivô Erick Dampier e o ala Jerry Stackhouse foram liberados pelos médicos e reforçarão o Dallas Mavericks hoje contra o Detroit Pistons. O pivô perdeu os últimos dois jogos e Stack ficou de fora do último jogo, contra o Minnesotta Timberwolves.

A presença de ambos será uma grande ajuda para o Mavs. Nos últimos dois jogos antes de sua contusão, Dampier acertou os 11 arremessos que tentou. "Eu tenho feito isso há um tempo. Eles têm me acertado ao redor da cesta e eu só tenho que pegar e finalizar, estar lá para a fácil enterrada", disse o pivô.

Admiração

O técnico Avery Johnson revelou sua admiração pelo Detroit Pistons. "Por onde começo? Chauncey Billups, Rasheed Wallace, Rip Hamilton. O time deles representa muitos problemas", disse Johnson. AJ ainda disse ser um fã do estilo "trabalhador" do Pistons, afirmando que admira esse tipo de jogo. "Isso é o que eu adoro no nosso time. Eles realmente vão atrás da bola. [...] Nossos jogadores brigam pela bola, os deles brigam pela bola. E eu gosto de times assim", enfatizou Johnson ao comparar sua equipe com a visitante.
8 de jan. de 2008

Mavs Media Guide

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Segue abaixo um arquivo em pdf sobre o Mavs, com recordes -- individuais e do time --, perfil e wallpapers dos jogadores, história, atual diretoria, dentre muitas outras coisas. Apesar de ter sido feito antes dessa temporada, vale a pena conferir. (O arquivo tem cerca de 12MB.)

Mavs Media Guide
7 de jan. de 2008

Equilíbrio

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Após um começo irregular, o Mavs voltou a vencer e, o que é mais importante, apresentar um bom basquete. O apetite ofensivo de Dirk melhorou e, com isso, a equipe toda cresceu. Só acho que a rotação ideal, já pensando nos playoffs, precisa ter Devean George e mais um guard, talvez o Barea, que começou bem, mas estranhamente perdeu os minutos.

De resto, o ritmo do Mavs está parecido com o dos demais concorrentes (Spurs e Suns), o importante é manter a saúde dos atletas e achar a formação ideal.

Jones encontra seu chute de 3

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Nos últimos dois jogos, o ala-armador Eddie Jones acertou sete arremessos de 3 pontos dos dez que tentou. O técnico Avery Johnson, por sua vez, admite que já esperava esse aproveitamento do veterano de 35 anos - de fato, ele fala para Jones que espera seis chutes acertados em um jogo só. Mas Jones tem surpreendido o técnico em outra área de seu jogo.

"Ele tem sido o melhor passador do time", disse Johnson. "Tem sido uma surpresa muito agradável, pois eu não contava com o Eddie fazendo esses passes e lendo as defesas dessa maneira".

Jones foi o líder do Mavericks em assistências com cinco no último jogo, contra o Minnesotta Timberwolves. Foi a quinta vez nos últimos 12 jogos em que Jones passou a marca das 3 assistências.
Preocupação com Dampier
O inchaço nos joelhos de Erick Dampier está preocupando o time. Caso não mostre nenhuma melhora hoje, é provável que ele passe por uma ressonância magnética para averigüar a gravidade da lesão.
"Nós tentamos colocá-lo na quadra no sábado para ver se ele conseguia se mexer bem. Ele não conseguiu sequer andar direito", disse um preocupado Avery Johnson.
Stack de volta
A lesão no dedo de Jerry Stackhouse que o manteve de fora da partida contra o Timberwolves está quase sarada e ele deve jogar quarta-feira contra o Detroit Pistons. "Aconteceu em uma boa hora. Nós temos mais dois dias antes de jogar de novo. Eu devo estar de volta na quarta-feira", disse Stackhouse.
6 de jan. de 2008

Boa fase de Dirk se deve aos técnicos

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O ala Dirk Nowitzki liderou o Mavericks em pontos nos últimos 9 jogos. A boa fase, segundo o técnico Avery Johnson, vem da própria comissão técnica. No início da temporada, Johnson, Mario Ellie e Paul Westphal pediram para o alemão se focar em outros aspectos de seu jogo, como os passes e a defesa. No entanto, nos últimos jogos o alemão tem tido total liberdade para atacar a cesta.

"No início da temporada nós realmente queríamos trabalhar nos passes dele, esse era um ponto principal", disse Johnson. "A gente viu o suficiente daquilo. Agora nós dissemos 'hey, pense em alguns movimentos mais fortes". Aparentemente, Nowitzki recebeu a mensagem. Ele tem uma média de 26,2 pontos por jogo nas últimas 9 partidas.

Nowitzki só superou a marca de 20 pontos duas vezes nos primeiros onze jogos. Já nesses últimos 9 ele só não superou os 20 pontos uma vez, terminando com 19 contra o Cleveland Cavaliers. Ele superou a marca dos 30 pontos 4 vezes, incluindo a última partida contra o Minnesotta Timberwolves.

E os passes, tão enfatizados pelos técnicos? Continuam lá. Nesses mesmos 9 jogos, o alemão manteve 3 assistências por jogo. Os rebotes também estão lá, com uma média de 10,6 nessa seqüência.

Ager no time

Conforme foi adiantado ontem aqui no MavsCenter, o armador Maurice Ager foi reconvocado para fazer parte do elenco principal do Mavericks. Ager estava no Tulsa 66ers da NBDL desde 16 de Dezembro. Ele jogou em 8 partidas, marcando 17,4 pontos por jogo e distribuindo 2,3 assistências em 33,4 minutos por jogo.

O armador portorriquenho Jose Juan Barea, entretanto, não foi reassinado para o 66ers conforme foi previsto. Ambos jogadores participaram da partida contra os Wolves neste domingo. Ager jogou por mais de 3 minutos, errando um arremesso e desperdiçando uma bola. Barea jogou por quase 8 minutos e foi mais efetivo, marcando 4 pontos, distribuindo 2 assistências e cometendo 1 falta. Ele acertou o único arremesso que tentou e dois dos quatro lances livres a que teve direito.
5 de jan. de 2008

Brincando de GM

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Chegando agora em janeiro, com a data-limite para trocas se aproximando, as diretorias dos 30 times começam a olhar para possíveis reforços para o final da temporada regular e para os playoffs. Com o Mavs não é diferente. Pensando nisso, resolvi bancar o General Manager do Mavs por um dia e analisei os rumores existentes (e inexistentes também) com o auxílio da Trade Machine da ESPN.com. Não considerarei, portanto, o fato que o time ainda detém os direitos do ala Keith Van Horn, que poderia funcionar como facilitador em diversas trocas (o Mavs poderia assinar Van Horn por um valor qualquer até o fim da temporada e mandá-lo em algum pacote). Todas as trocas especuladas aqui só funcionarão com o elenco atual. Para começar, um favorito da torcida:
Jason Kidd
Kidd, um armador de 34 anos, começou sua carreira no Mavericks e nunca escondeu que gostaria de voltar para a franquia que lhe lançou na NBA. Uma ameaça de triplo duplo noite sim noite também, qualquer time que obtiver o experiente armador do New Jersey Nets teria que mandar para o IZOD Center pivôs, um armador para substituir Kidd e ainda alguns atrativos, como jogadores jovens e escolhas de draft.
Um pacote viável para os Mavericks poderia incluir Jason Terry (US$8.898.000), Erick Dampier (US$10.590.500), Jerry Stackhouse (US$6.750.000) e Maurice Ager (US$974.400), com o Nets mandando Kidd (US$19.728.000) e o pivô Jason Collins (US$6.100.000).
Prós: O Mavericks finalmente conseguiria o sonhado armador 1 para aliviar a barra do Nowitzki e do Howard. A rotação não seria prejudicada, pois o Collins assume a vaga do Dampier e o Kidd da do Terry.
Contras: Perder Dampier e Terry seria um baque muito grande para o time. O pivô é essencial para o time inteiro, facilitando a vida principalmente do Nowitzki dentro do garrafão. Já JET II traz uma energia diferente para o time, sempre incentiva seus companheiros e agita a torcida. A experiência de Stackhouse também faria falta nos playoffs, quando os jogos exigem mais mentalmente dos jogadores.
Mickael Pietrus
O ala francês do Golden State Warriors já havia sido alvo do Mavs em julho passado, mas acabou reassinando com os Warriors por um ano. No entanto, a posição 2 e 3 do Mavs já está mais do que suprida com Terry, Stackhouse, Josh Howard, Devean George, Trenton Hassell e Eddie Jones. Caso uma troca acontecesse, ela teria que envolver pelo menos um dos 5 "swingmen" do time.
O que fazer então? Um pacote Devean George (US$2.369.111) e Jose Juan Barea (US$687.456) conseguiria trazer o francês (US$3.470.771) para o Texas. Um outro pacote envolvendo Barea, Hassell (US$4.350.000) e Fazekas (US$427.163) também funcionaria, com Pietrus e o pivô Patrick O'Bryant (US$2.216.400) vindo para o Mavericks.
Prós: Principalmente na segunda troca, ela estaria nos livrando de um "peso morto" e trazendo um jogador útil. Em todo caso, a troca seria baseada em um dos nossos alas-armadores inconsistentes por um mais consistente.
Contras: Perder jovens valores como Barea e Fazekas apenas para a troca poder acontecer não vale a pena. Além do mais, a diretoria confia que o Fazekas possa ser o sucessor do Nowitzki na posição 4, e o Barea sempre jogou bem quando teve a chance.
Shaquille O'Neal
Antes que as pessoas me xinguem ao ler isto, explico-me: o Heat está caminhando lentamente para a loteria do draft. Eles estão atolados com o mega-salário de O'Neal (US$20.000.000) e buscam jogadores que possam liberar espaço no teto salarial.
Já o Mavs, o que teria a perder? Mesmo velho, O'Neal seria uma grande melhora em relação aos pivôs atuais. Dampier, nosso titular, perde tantos jogos quanto o Shaq. Alguém poderia levantar a questão financeira, afinal, pagar 20 milhões para O'Neal em cada uma das próximas 3 temporadas, isso sem mencionar os impostos por estarmos acima do teto salarial soa um tanto quanto ruim. Mas ao fim desta temporada, tanto o salário de Michael Finley (mais de US$18 milhões) e o de Shawn Bradley (US$5.600.000) saem do nosso teto salarial. Ou seja, a nossa situação financeira não mudaria muito.
Como realizar uma troca dessas? O método mais fácil seria simplesmente assinar o Keith Van Horn por 18 milhões até o fim da temporada e mandar para o Heat junto com o DeSagana Diop (US$2.146.000), cujo contrato também termina neste ano. O Heat liberaria 20 milhões no teto salarial e nós teríamos uma arma a mais nos playoffs.
Mas, como eu disse acima que estudaria apenas ofertas envolvendo os jogadores com contrato vigente, risquem essa idéia acima. Como trazer o Big Aristotle para a Big D então? Dampier, Stackhouse e Hassell podem fazer o truque. Os contratos deles só expiram em 3 ou 4 anos, mas são peças mais úteis para o Heat. Outro pacote poderia envolver Dampier, Terry, Ager e Barea. Levando em conta o elenco do Heat, os jovens armadores poderiam assumir papéis importantes no time da Flórida e portanto seriam do interesse do Miami.
Prós: O time simplesmente receberia um dos maiores jogadores de todos os tempos, um jogador que pode fazer a diferença numa série contra um Spurs ou Suns da vida. Se Erick Dampier já deu trabalho pro Suns, prefiro não imaginar o que meio Shaq não faria.
Contras: É um risco grande trazer O'Neal a essa altura. Ele não é o mesmo de dois anos atrás. Perder os jogadores acima também pode ser um baque muito grande no elenco a curto e longo prazo.
Gostou? Não Gostou? Quer me internar num sanatório? Fale comigo pelo mavscenter@gmail.com ou então na comunidade do Orkut Dallas Mavericks Brazil.

Troca de jogadores no elenco do Mavs

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Segundo o técnico Avery Johnson, os armadores Jose Juan Barea e Moe Ager podem ser trocados de posição. Ager, atualmente na NBDL, assumiria o lugar de Barea no elenco do Mavs, com o portorriquenho passando a compor o elenco do Tulsa 66ers.

Ager, que está no seu segundo ano na NBA, vem mantendo uma média de 15,7 pontos, acertando apenas 42,5% de seus arremessos. No entanto, ele acerta 46,4% de suas tentativas para 3 pontos, o que teria chamado a atenção de Johnson.

O outro jogador do Mavs na NBDL, o ala-pivô novato Nick Fazekas, tem médias melhores que Ager, com 16,3 pontos e 8,4 rebotes além de acertar 52,8% de seus arremessos. No entanto, Fazekas só está acertando 15,4% de trás do arco, o que teria afastado o interesse de Johnson em reintegrá-lo à equipe principal.

Estaleiro

O pivô Erick Dampier não jogou ontem contra o Miami Heat devido a dores no joelho. Dampier aparentemente bateu seus joelhos com os de algum jogador do Golden State Warriors na última quarta-feira.

Damp não treinou na quinta-feira e era questionável na manhã de sexta. "Eu pensei que ele estava bem", Johnson disse. Já Dampier estava com esperanças que a contusão não o tire de muitos jogos. "Não é nada sério, dói um pouco ainda e está um pouco inchado só", revelou o pivô.

Já durante o jogo contra o Heat o Mavericks perdeu outra peça importante. O ala Jerry Stackhouse distendeu o dedão de sua mão direita no primeiro tempo e não retornou para a partida. O time ainda não sabe a gravidade da contusão.
3 de jan. de 2008

Mickael Pietrus no radar do Mavs?

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Após ter sido titular na última partida do Golden State Warriors contra o Dallas Mavericks, o ala-armador francês Mickael Pietrus pode trocar uma equipe pela outra. Em julho passado, quando o francês era um agente-livre restrito, a equipe texana estava seriamente interessada em assegurar os serviços de Pietrus. No entanto, ele acabou assinando uma oferta de um ano com o próprio Warriors.

Agora, a inserção de Pietrus na equipe titular está sendo vista como uma "exibição" do jogador para o Mavs. Pietrus mal jogava nas partidas anteriores, não começava uma partida desde 19 de Novembro e surpreendentemente era titular, à frente de opções mais utilizadas por Don Nelson, como Matt Barnes e Andris Biedrins. No entanto, é difícil de acreditar que o jovem ala seria de interesse dos Mavericks agora, que já contam com o All Star Josh Howard de titular além dos veteranos Jerry Stackhouse, Devean George, Eddie Jones e Trenton Hassell que podem jogar na posição 3.

Há de se notar, entretanto, que o francês é mais novo que todos os 4 reservas do Mavs e quando joga, vem sendo mais efetivo que George, Jones e Hassell, com médias de 6,1 pontos, 2,9 rebotes e 0,9 roubo em apenas 17,6 minutos. Contra o Mavericks, Pietrus anotou 8 pontos (2/7 FG, 2/3 3P), 6 rebotes, 2 assistências e 1 toco em 24 minutos.

Times admitem: Nowitzki voltou a ser o MVP

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Ele não queria admitir, mas estava claro: Dirk Nowitzki, sempre criticado por aqueles que acham que ele não merecia o prêmio de Jogador Mais Valioso por sua atuação pífia nos playoffs de 2007 contra o Golden State Warriors, finalmente exorcizou alguns de seus demônios. Nowitzki, com 29 pontos, 8 rebotes, 6 assistências e 3 tocos, liderou o Mavs nesta quarta-feira a uma vitória por 121 a 99 contra o mesmo Warriors. A novidade? "Ele foi agressivo, não passivo", disse o ala-pivô Al Harrington do Warriors. "Ele estava determinado a carregar o time e jogar a um nível de MVP", emendou Harrington.

Para Baron Davis, armador do G.S. Warriors, destacou que Nowitzki não estava impaciente no garrafão, perto da cesta. "Ele sempre manteve o controle. Ele definitivamente carregou eles hoje". Davis teve uma atuação horrível para seus padrões: 10 pontos e 6 assistências, acertando 2 de 14 arremessos.

Não foi somente a oposição que notou a mudança de atitude. O armador Jason Terry enalteceu o treinamento de férias de Nowitzki, dizendo que "quando se treina em algo o verão inteiro, você entra no jogo e sabe o que vai enfrentar. Era como treino para ele". Terry ainda destacou que "Dirk não deixou eles fazerem marcação dupla nele. Este foi definitivamente o melhor jogo dele no ano. Eu gostei de tudo que ele fez."

Já o próprio alemão não acredita que ele tenha voltado a jogar bem. "Eu tive uma série ruim, não chutei bem. Para mim, aquilo é passado", disse Nowitzki. Sobre a famosa defesa dos Warriors em cima dele, Dirk também foi discreto. "Não são só eles, vários times jogam mais de um defensor em mim. Não é nada novo. Eu só preciso ser forte, passar a bola fora da marcação dupla e reconquistar meu espaço para ser agressivo", completou o MVP.

1 de jan. de 2008

Rotação do Mavs deve diminuir em 2008

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As experiências do técnico Avery Johnson estão chegando ao seu fim. Depois de um começo regular, o comandante do Dallas Mavericks revelou que logo, logo sua rotação deve ser definida em apenas 8 jogadores, com um nono elemento recebendo poucos, mas consistentes, minutos.

Das 9 posições, seis estão fechadas. Devin Harris, Jason Terry, Josh Howard, Dirk Nowitzki, Erick Dampier e Jerry Stackhouse já são a cara do Mavs e não devem ficar de fora. Quanto às outras 3 posições, temos alguns candidatos. Os 2 primeiros são os alas Eddie Jones e Devean George. Ambos sofreram com contusões no início da temporada, mas vêm tendo chances recentemente.

Tanto Jones quanto George são especialistas na defesa, portanto a escolha de Johnson só deve definir quem jogará mais minutos. O veterano EJ vem recebendo as maiores chances, inclusive sendo o titular na posição 2 na maioria das partidas. Mas, se Jones falhar, George, que participou do tricampeonato do Los Angeles Lakers em 2000, 2001 e 2002, deve receber mais chances. "Ano passado, quando ele (George) esteve saudável e jogou bem, eu achei que foi bom", disse Avery Johnson.

A última posição regular da rotação deve ser definida entre o pivô DeSagana Diop e o ala-pivô Brandon Bass. O primeiro vem sofrendo com uma irregularidade incrível, mas aparentemente tem a preferência de seu treinador. Já Bass, que vinha com uma média de 20 minutos, não jogou nas últimas duas partidas. "Eu nem pensava que não iria jogar", revelou o ala. "Eu nunca imaginei que isso fosse acontecer, mas aconteceu. Com sorte isso não ocorrerá de novo", emendou o esperançoso Bass.

Johnson ainda prefere que Diop venha do banco, inclusive admitindo que "sem ele ali dentro, nós sofremos muito. Então eu preciso bolar um jeito de jogar com ele e viver com os altos e baixos dele em quadra".

As experiências do técnico com a equipe são uma novidade para os Mavericks. O armador Jason Terry admitiu que, apesar disso, é tudo parte de um plano maior. "É diferente do ano passado. Da última vez, nós perdemos 4 jogos seguidos e resolvemos 'vamos com esse escalação em todos os jogos'. Agora nós temos o luxo de termos vários bons jogadores no banco e podermos experimentar um pouco. É para isso que serve esse início de temporada, (testar) diferentes jogadores, diferentes escalações. Todos sabemos que isso faz parte da busca pelo título".

No entanto, nem todos aceitaram as mudanças tão bem. O ala-armador Trenton Hassel, de 28 anos, começou 360 dos 476 jogos possíveis em sua carreira de 6 anos. "É difícil quando você não joga. Você não sabe se é algo que você está fazendo ou não está. [..] Eu e o J.J. (Barea) jogamos um contra o outro ou então corremos juntos. Você nunca sabe quando será chamado para jogar, então precisa estar sempre pronto", concluiu Hassell.

Outros, no entanto, aceitaram seu papel de maneira excelente. O veterano ala-pivô Juwan Howard assinou com o time pouco antes da temporada começar, sabendo que seus minutos seriam limitados. A experiência de Howard será útil nos playoffs e ele aceitou isso de corpo e alma.
 

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