30 de abr. de 2008

Avery Johnson é demitido

0 comentários
Após mais uma eliminação na primeira rodada dos playoffs, o Dallas Mavericks demitiu o técnico Avery Johnson, no primeiro movimento de uma série de mudanças na franquia. Fontes de dentro da NBA revelaram que tanto Johnson quanto Mavs quiseram entrar em acordo logo, para que ambos possam recomeçar rapidamente.

Johnson sai do Mavs com um excelente currículo, mas marcado por 3 trágicas eliminações: em 2006, nas Finais, para o Miami Heat; em 2007, no primeiro round, para o G.S. Warriors; e neste ano, também na primeira rodada, desta vez para o New Orleans Hornets. Johnson termina sua carreira de pouco mais de 3 temporadas no Mavs com 194 vitórias e 70 derrotas, mas apenas 23-24 nos playoffs.

"É muito difícil demitir um técnico, ainda mais um do calibre do Avery", disse o dono Mark Cuban. "Ele é um excelente técnico e eu quero agradecê-lo por todo o esforço e trabalho nestes últimos quatro anos".

O New York Knicks e o Chicago Bulls já surgem como prováveis casas para Avery Johnson. Já o cargo de técnico do Mavs pode ser ocupado por Paul Westphal (atualmente um assistente técnico) ou Del Harris, que permanece como consultor. Outras opções "de fora" seriam Jeff Van Gundy (ex-Rockets e atualmente um analista para a ESPN) e Rick Carlisle (também analista da ESPN, ex-Pacers). Uma última opção ventilada é o técnico do Phoenix Suns, Mike D'Antoni, caso este venha a ser demitido.

Festa para Howard irritou Avery

0 comentários
Após a eliminação do Dallas Mavericks dos playoffs da NBA pelo New Orleans Hornets, foi revelado que uma festa de aniversário para Josh Howard depois da derrota no jogo 4 da série enfureceu o técnico Avery Johnson. A informação é do The Star-Telegram.

Johnson impôs uma regra contra festas dentro do time, mas uma celebração para comemorar o aniversário de Howard ainda assim ocorreu. Não se sabe quais jogadores foram à festa.

A festa teria sido o motivo pelo qual o treinador cancelou o treino antes do jogo 5, na segunda-feira. Mesmo com o cancelamento, os jogadores treinaram, mesmo sem a comissão técnica.
29 de abr. de 2008

Johnson admite que pode ser demitido

1 comentários
Depois de uma temporada dura tanto para time quanto para comissão técnica e torcedores, o técnico Avery Johnson já está ciente que seu cargo depende do jogo de hoje. Derrota e rua, vitória e mais um jogo de vida ou morte. Apesar do risco de desemprego, Johnson só tinha elogios para sua equipe hoje antes da viagem para New Orleans.

"Esses caras sempre foram leais a mim. É um lugar difícil para nós. Algumas vezes nós não jogamos nosso melhor basquete. Talvez, um outro time era melhor naquele determinado momento. Mas isso não aconteceu por que meus homens não me escutam ou não tentam", disse Johnson.

Para o (ex-?) comandante do Mavs, as dificuldades desde a troca que trouxe Jason Kidd têm atrapalhado o time. "Nós temos tentado incorporar uma situação muito difícil. E nós não tivemos uma seqüência boa".

O último treino antes do jogo 5 foi feito sem a presença dos técnicos. Johnson disse que queria descansar seus jogadores e que "nós treinamos desde o primeiro dia, agora dificilmente um treino fará a diferença". Ainda de acordo com AJ, o treino "só-jogadores" ocorreu sem grandes entreveros.
28 de abr. de 2008

Kidd evita suspensão

0 comentários
A NBA reviu a jogada que expulsou o armador Jason Kidd da derrota para o New Orleans Hornets neste domingo e decidiu não suspender o jogador. A falta, considerada flagrante, não foi reavaliada.

Kidd deu uma "gravata" no armador do Hornets, Jannero Pargo, quando Pargo estava livre rumo a cesta. O armador do Hornets estava caindo com o rosto de encontro ao chão, mas pôde amortecer a queda com seus braços e se levantou rapidamente. A infração, cometida quando faltavam 7:16 para acabar o último período, resultou na expulsão imediata de Kidd e em uma breve discussão entre os jogadores.

"Eu estava tentando fazer a falta, não queria machucá-lo", disse Kidd. Já Chris Paul, do Hornets, amenizou a situação, dizendo que "J.P. (Pargo) estava bem. Não vejo motivos para Kidd ser suspenso".
25 de abr. de 2008

Josh Howard admite uso de maconha durante férias

0 comentários
O ala Josh Howard fez uma revelação chocante em um programa de rádio de Dallas horas antes do jogo 3 contra o New Orleans Hornets. O jogador admitiu ao vivo que fuma maconha durante a inter-temporada "às vezes" por "escolha e opinião próprias". "Isso não tem me impedido de fazer meu trabalho", disse Howard, de 28 anos.

O jogador ainda afirmou que "todo mundo na mídia e nos esportes sabe que jogadores da NBA fumam maconha". Ainda não há informações se time ou liga irão suspender Howard por seu comportamento, mas uma fonte próxima à situação disse à ESPN.com que a NBA não pode suspendê-lo.

O dono do Dallas Mavericks, Mark Cuban, disse que qualquer punição será discutida "internamente". "Nós não tornaremos isso público", disse Cuban. "Nós faremos o que precisamos fazer".

Jogadores da NBA são obrigados a passar por testes anti-doping regularmente, mas só são suspendidos por cinco jogos após o terceiro teste falho. Também não há precedente de punição para jogadores que revelam detalhes de sua vida pessoal.

Duas fontes confirmaram que Howard irá passar pelo programa anti-maconha da NBA, o que o obrigará a passar por mais testes durante a temporada. No entanto, ele não será suspenso até falhar outros 2 testes.

O técnico Avery Johnson não comentou as declarações de seu comandado. "Eu não ouvi a entrevista nem conversei com o Josh ainda. Uma vez que isso tenha sido feito, nós partiremos daí", disse Johnson. Para o treinador, o fato nada mais é do que "um julgamento ruim e de uma revelação em uma hora inoportuna".

Stackhouse critica Byron Scott em rádio

0 comentários
O ala armador Jerry Stackhouse nunca foi uma pessoa de poucas palavras e esse foi o caso na noite de quarta-feira, no programa de rádio "Above the Rim" (Acima do Aro). O show é apresentado por Stackhouse e Brady Tinker, uma personalidade local nos esportes.

Quando perguntado sobre sua opinião sobre o New Orleans Hornets, Stack foi enfático e direcionou suas palavras ao técnico Byron Scott.

"Eu acho que é tendo personalidades que se dão bem e o Chris (Paul) é um cara tão legal, ele tem lidado muito bem com o Byron Scott. Eu não acho que o Scott é o melhor técnico nem eu acho que ele é o melhor cara para você se relacionar - sabe o que eu estou falando? - por causa de algumas coisas que eu ouvi de outros jogadores e de uns casos que eu tive com ele (Scott) nesta temporada", disse Stackhouse.

O ala não terminou aí, e continuou a criticar o técnico: "Eu estava pronto para apavorar - você sabe do que eu estou falando? Eu estava sentado na linha lateral e nós conversamos um pouco, e ele me disse 'Fale comigo quando você tiver um anel'. Eu respondi para aquele besta, 'Se eu jogasse com o Magic e o Worthy e o Kareem eu teria um anel também'. Então, você sabe, ele é um idiota para mim, mas essa é uma outra história".

Hornets e Mavs voltam à quadra hoje a noite, em Dallas, pelo jogo 3 da série melhor-de-sete válida pela primeira rodada dos Playoffs 2008. O time de Paul e Scott lidera a série, com duas vitórias contra nenhuma dos texanos.
21 de abr. de 2008

TNT critica Nowitzki por incidente em Jogo 1

0 comentários
O incidente entre David West e Dirk Nowitzki no Jogo 1 da série melhor-de-7 entre New Orleans Hornets e Dallas Mavericks foi motivo de discussão no estúdio da TNT durante a transmissão do jogo entre Toronto e Orlando ontem. Magic Johnson, Kenny Smith e Charles Barkley (os três são analistas da TNT) criticaram o alemão do Mavs por não ter respondido quando West lhe deu tapas no rosto.

"Eu amo Dirk Nowitzki, acho ele um excelente jogador. Mas eles estão dizendo 'nós achamos que você é fraco'... Isso é o que eles quiseram dizer. Você tem que bater na mão deles e dizer 'hey, deixe ele bater para dentro e nós batemos neles' ", disse Barkley. Já Smith foi menos radical, afirmando que a resposta de Nowitzki deveria vir com a bola em mãos. "A bola tem que ir para o Nowitzki e ele tem que dizer 'Sabe o quê? Agora eu vou fazer vocês sofrerem por me darem tapas antes' ".

O dono do Mavs, Mark Cuban, ficou espantado pelas críticas e rebateu as afirmações do trio. "Eu adoro aqueles caras, mas eles estão vivendo em 1998. Hoje em dia, você retalia algo assim e é suspenso. Isso aconteceu com a gente muitas vezes. A NBA viu o caso, agora é com eles para decidir".

Nowitzki, por sua vez, não quis se declarar sobre o assunto. "Nós jogamos um jogo físico ontem, foi só isso", disse o MVP da temporada passada.
18 de abr. de 2008

Bulls especulam Johnson para vaga de Boylan

0 comentários
Caso Avery Johnson venha a ser demitido do Mavs após uma possível eliminação nos playoffs, ele já terá uma nova opção de trabalho. Com a demissão de Jim Boylan, o GM do Chicago Bulls, Jim Paxson, está a procura de um novo comandante para sua equipe, e, dentre os diversos nomes, está o de Johnson.

Depois de uma séria discussão com o dono Mark Cuban após uma derrota para o Los Angeles Lakers em março, AJ vem sofrendo diversas críticas, o que aumentou sua insegurança no cargo. Muitas pessoas próximas à situação acreditam que, caso o título não venha para Dallas, Johnson será mandado embora.

Dentre os nomes ligados ao lugar vago do Bulls estão os ex-técnicos Rick Carlisle, Jeff Van Gundy e Dwane Casey, além dos assistentes Paul Westphal (também do Dallas), Tom Thibodeau e Michael Curry. Nomes como Larry Brown, Mike Fratello e Terry Porter não aparecem como grandes candidatos.

Fonte: Chicago Tribune
17 de abr. de 2008

Análise (2) New Orleans Hornets x (7) Dallas Mavericks

3 comentários
Com os playoffs mais perto do que nunca, o MavsCenter traz uma análise posição por posição dos adversários que o Mavs enfrentar na pós-temporada. Começaremos, obviamente, pelo New Orleans Hornets.

Armador principal: Chris Paul x Jason Kidd

O grande responsável pelo fato do New Orleans Hornets ter conseguido o título da divisão Sudoeste e a segunda posição nos playoffs é o armador Chris Paul. Escolhido na quarta posição do draft de 2005, o produto de Wake Forest foi eleito Novato do Ano na temporada 2005-06, sofreu com lesões durante a temporada 06-07 e, neste ano, fez o improvável pulo para o super-estrelato. Suas impressionantes médias de 21,1 pontos, 4 rebotes, 11,6 assistências e 2,3 roubos levaram Paul a ser cogitado como MVP já em sua terceira temporada na liga. Sua impressionante marca de assistências fez com que o duas-vezes MVP Steve Nash fosse o primeiro armador em mais de uma década e meia a ter média de pelo menos 11 passes certeiros e não liderar a categoria.

Jason Kidd, por sua vez, vive com altos e baixos em sua segunda passagem pelo Dallas Mavericks. Adquirido no meio da temporada via troca com o New Jersey Nets, Kidd sofreu para marcar Paul logo em seu primeiro jogo, com o armador do Hornets totalizando 31 pontos, 11 assistências e 9 roubos. Dois meses depois, no entanto, foi a vez de Kidd dar o "troco" no jovem, com o seu centésimo triplo duplo: 27 pontos, 10 rebotes e 10 assistências. Agora, mais acostumado com seus companheiros e seu esquema de jogo, Kidd tem tudo para fazer um excelente combate com Paul. A juventude e destreza do nº 3, no entanto, deve provar ser o grande diferencial.

Vantagem: Hornets

Alas - armadores: Morris Peterson x Jerry Stackhouse

Peterson trocou o frio de Toronto pelas festas de New Orleans em julho passado, mas pelo visto sua boa fase preferiu ficar no Canadá. Titular em todos os 76 jogos que disputou pelos Hornets, Mo-Pete teve médias piores que em seu último ano no Raptors, quando começou jogando apenas 12 vezes. Em 2007-08, o canhoto vindo de Michigan State teve médias de 8 pontos e 2,7 rebotes em 23,6 minutos. Na temporada anterior, em 2,3 minutos a menos, Peterson marcou 8,8 pontos e pegou 3,3 rebotes.

Já Stackhouse viveu uma verdadeira montanha russa nesta temporada. Começou a temporada como sétimo homem da rotação, passou à ser o sexto, titular, de volta ao banco e agora se encontra na equipe titular. O sobe-e-desce também foi refletido em suas performances em quadra. Alternando bons jogos com outros péssimos, Stack teve sua pior temporada estatísticamente, com apenas 10,7 pontos, 2,3 rebotes e 2,5 assistências.

Comparando as médias, Stackhouse leva a melhor para cima de Peterson. Se formos pensar na capacidade para mudar o rumo de um jogo então, fica clara a vantagem do destro em cima do canhoto.

Vantagem: Mavericks

Ala:
Peja Stojakovic x Josh Howard

O sérvio Stojakovic já foi considerado um dos melhores pontuadores da Liga, mas sucessivas lesões e trocas de time fizeram com que o europeu fosse "esquecido". No Hornets, sua primeira temporada foi repleta de lesões, limitando o sérvio a apenas 13 jogos. Em 2008, Stojakovic contou com um Chris Paul inspirado e nenhum lesão para impedí-lo, terminando com médias de 16,4 pontos e 4,2 rebotes, acertando 44,1% de seus arremessos para 3, sua melhor marca na carreira.

Para a infelicidade de Stojakovic, ele irá enfrentar um dos melhores alas da liga, Josh Howard. O jovem produto de Wake Forest está na sua melhor temporada: 19,9 pontos, 7 rebotes, 2,2 assistências. Depois de um período ruim logo após a chegada de Jason Kidd na equipe, Howard voltou a jogar o seu bom basquete, ainda que com alguns entreveros. A temporada 2007-08 marcou a pior taxa de aproveitamento de arremessos do ala desde seu primeiro ano, apenas 45,5%. Seu aproveitamento detrás do arco também caiu, apenas 31,9%, sua terceira pior marca em 5 anos na liga. Os lances livres, no entanto, não seguiram a tendência - 81,3% de acertos, sua segunda melhor marca.

Vantagem: Mavericks

Ala-pivô:
David West x Dirk Nowitzki

Se o confronto entre Paul e Kidd é o principal, este é o principal-2. West começou sua carreira como um "tweener", um ala-pivô considerado muito baixo para ser pivô e muito pesado para ser ala. Hoje, após 5 temporadas na NBA, D-West é um dos jovens talentos na posição, com inclusive uma participação no All-Star Game deste ano. Seus 20,6 pontos, 8,9 rebotes e 2,3 assistências são batidos apenas por poucos alas na Liga e seu jogo de "pick-n-roll" com Paul é um dos mais eficientes já vistos. Um aspecto do jogo de West que chama a atenção é como ele, ao invés de muitos alas-pivôs e pivôs da liga, se afastou da linha de 3 pontos para se aventurar debaixo da cesta (e com muito sucesso). Em seu quarto ano, West jogou em 52 partidas e chutou 25 bolas para 3, acertando apenas 8 (32%). Neste ano, em 76 jogos, ele chutou as mesmas 25 bolas, acertando 6 - um aproveitamento de 24%. Apesar do número não ter mudado muito, em 06-07, ele tentou 0,48 arremesso para 3 pontos. Nesta temporada, este número caiu para 0,32, mostrando que West está tendo muito sucesso no seu jogo de garrafão.

Mas, se há um ala que pode bater os números de West, este é Dirk Nowitzki. O MVP da temporada 2006-07 começou a nova (agora velha) jornada de maneira irreconhecível, com médias abaixo das normais. Veio fevereiro e, com a troca que trouxe Kidd para Dallas, Nowitzki recuperou o seu "instinto matador". O mês foi o melhor do alemão na temporada. Em 14 jogos ele teve médias de 26,6 pontos, 8,9 rebotes e 3,9 assistências. No mês seguinte, Nowitzki foi ainda mais efetivo, com 24,1 pontos, 9,3 rebotes e 2,5 assistências em 10 jogos, acertando 47,6% de seus arremessos de campo e 45,5% de seus chutes para 3 pontos. Suas médias de 23,6 pontos, 8,6 rebotes e 3,5 assistências escondem a boa fase pela qual o europeu vem passando após o All-Star Game.

Vantagem: Mavericks

Pivô:
Tyson Chandler x Erick Dampier

A maior diferença entre os jogadores acontece aqui. Chandler, quando foi trocado pelo Bulls para o Hornets, era apenas um bom reserva. Ao ser apresentado aos passes e à visão de jogo de Paul, ele se tornou um bom titular. A temporada 2007-08 marcou a primeira vez em que o jogador, ex-Dominguez HS, manteve média de duplo-duplo: 11,8 pontos e 11,7 rebotes. Foi a melhor marca de Chandler no ataque e a segunda melhor nos rebotes. Graças ao grande número de enterradas e bandeijas, o pivô do Hornets teve um excelente aproveitamento em seus chutes, acertando 62,3%, 0,1% a menos que na temporada passada.

A eficiência de Chandler, no entanto, está anos-luz à frente da produção de Dampier para o Dallas. Muito criticado durante toda sua carreira nos Mavs, o pivô não chama a atenção nos números (6,1 pontos, 7,5 rebotes e 1,5 toco), mas a presença de Damp no garrafão libera e muito Nowitzki para atacar a cesta com mais liberdade. Ainda assim, a temporada foi marcada mais pelos jogos ruins de Dampier do que pelos bons. Mas, quando ele jogou bem, o Mavs sempre foi bem.

Vantagem: Hornets

Técnico:
Byron Scott x Avery Johnson

Dois ex-jogadores com carreiras bem diferentes. Scott foi um membro do Showtime Lakers dos anos 80, possivelmente o elenco mais famoso da história da NBA, liderado por Earvin "Magic" Johnson, Kareem Abdul-Jabbar e James Worthy. Com o time californiano, Scott foi campeão 3 vezes da NBA, além de ter sido eleito para o Time de Novatos da temporada 1983-84. Como técnico, sua carreira alterna altos e baixos. Começou com o Sacramento Kings em 1998, conferindo àquele time um chute de 3 pontos mortal. Após duas temporadas, foi contratado pelo New Jersey Nets em 2000. Do outro lado do país, ele levou o Nets para duas Finais (02 e 03), perdendo as duas. A temporada seguinte (2003-04) foi marcada pelo início ruim da equipe, o que culminou com a demissão de Scott. Para a temporada 2004-05, Scott novamente foi para um time em crise, o New Orleans Hornets. Após 4 temporadas à frente do time, Scott se vê como um dos principais candidatos ao prêmio de Técnico do Ano.

Já Johnson obteve mais glórias como treinador do que como jogador. A imagem de AJ dentro das quadras sempre será associada ao San Antonio Spurs, equipe que ele defendeu entre 1991 e 1993 e de 1994 até 2001. Johnson é lembrado por ter acertado o arremesso que deu aos Spurs o seu primeiro título, em 1999. Como técnico, Johnson começou como assistente de Don Nelson no Dallas Mavericks em 2004-05. Perto do final da temporada, no entanto, Nelson saiu do cargo, deixando o ex-armador no comando. Nos seus primeiros 82 jogos (1 temporada completa), Johnson atingiu 66 vitórias, quebrando o recorde de maior número de jogos ganhos por um treinador logo em sua primeira temporada. Em 2006, sua primeira temporada inteira no comando do time, o técnico já foi premiado como o Técnico do Ano. Na temporada seguinte, o Mavs ainda quebrou o recorde da franquia de vitórias em uma temporada só, com 67 vitórias e 15 derrotas, mas eventualmente perdeu para o Golden State Warriors na primeira rodada dos playoffs. Johnson foi o técnico que atingiu mais rapidamente as marcas de 100 e 150 vitórias na carreira.

Vantagem: Mavericks
16 de abr. de 2008

"Coach K" quer Kidd na seleção

0 comentários
Jason Kidd disse que, se o Dallas Mavericks for longe nos playoffs, ele poderá não participar das Olimpíadas de Pequim em agosto. No que depender do técnico Mike Krzyzewski, isso não acontecerá. "Coach K", como o técnico é conhecido, afirmou nesta última terça-feira que conta com o armador para a disputa do torneio.

Existem 33 jogadores no elenco da Seleção dos Estados Unidos. Destes, 18 serão selecionados para uma concentração em Las Vegas no mês de julho, de onde serão escolhidos 12 jogadores e mais 3 substitutos. A posição com mais competição é justamente a de armador principal, onde Kidd enfrenta Chris Paul (NO), Deron Williams (UTA) e Chauncey Billups (DET).

"Nós estamos falando de jogadores All-NBA", disse Krzyzewski na coletiva. "Talvez um Hall da Fama, ou dois, ou três, ou quatro". Segundo o técnico, ele pretende contar com 3 armadores principais e Kidd é um deles.

O armador do Mavs está invicto em Olimpíadas e torneios relacionados (pré-olímpicos e preparatórios) - 44 vitórias em 44 partidas. Ele era um dos três capitães no selecionado medalha de ouro de 2000 em Sydney. Em 2004 ele não participou devido a uma lesão no joelho.

"Se Deus quiser, e se eu estiver sem lesões, eu adoraria jogar (as Olimpíadas)" disse Kidd. "Mas no Oeste, todo jogo é jogo 7. Quanto mais longe você vai (nos playoffs), mais exausto mentalmente você pode ficar no Oeste".

Outros jogadores com relações à cidade de Dallas que estão no elenco de 33 são Williams e o ala Chris Bosh, do Toronto Raptors.
14 de abr. de 2008

Lesão no tornozelo não afastará Nowitzki das quadras

0 comentários
Depois de um fim de semana com duas partidas, o ala do Dallas Mavericks, Dirk Nowitzki, admitiu que irá lidar com a torção no tornozelo até o fim da temporada. A lesão o afastou por uma semana e meia do time. Geralmente, uma torção como a que Nowitzki sofreu leva de 3 a 4 semanas para sarar completamente.

"O tornozelo está geralmente 'duro' quando eu acordo pela manhã, mas não faz diferença se eu jogar um quarto ou 38 minutos", disse o MVP. "O contato físico de um jogo da NBA é duro para um tornozelo machucado como o meu. Mas isso não é nada que dois analgésicos não resolvam".

Nowitzki e o técnico Avery Johnson admitiram que não há porque o ala não deve jogar os últimos jogos da temporada. Ele estava no seu lugar tradicional como ala-de-força titular ontem, contra o Seattle SuperSonics.

A presença do alemão no time, contudo, estava nos planos de Johnson. "Nós testamos ele um pouco na última noite. Ele vai se sentir bem por ter jogado 40 minutos. É esse tipo de coisa que ele vai ter que fazer nos playoffs. E o tornozelo saiu muito bem do jogo", disse o técnico, implicando que a lesão não está agravando.
10 de abr. de 2008

Kirilenko não guarda rancor de Nowitzki

3 comentários
Prestes a enfrentar o Dallas Mavericks fora de casa hoje, o ala russo Andrei Kirilenko, do Utah Jazz, afirmou que não guarda rancor da falta flagrante que ele levou do ala Dirk Nowitzki no último confronto entre as duas equipes, no dia 3 de Março. "Vocês (a mídia) ficam buscando isso. Mas não haverá nenhuma vingança hoje", disse o russo.

"Uma falta assim acontece. Ele tentou me parar, ele estava sem equilíbrio, eu também e aconteceu. Logo que caí, ele (Nowitzki) pediu desculpas". Kirilenko recebeu a falta quando estava a caminho da cesta. O alemão disse na ocasião que ele estava meramente tentando evitar uma jogada para 3 pontos. Nowitzki recebeu uma suspensão de um jogo pela falta.

"Eu conheço o Dirk há uns 5 anos pelo menos. Vocês sabem que ele não é um jogador sujo. Ele joga com determinação, mas nunca buscou lesionar algum jogador", concluiu Kirilenko.

Segundo o técnico do Jazz, Jerry Sloan, a falta já foi esquecida. "No que me diz respeito, é passado. No calor do jogo, nós achamos que toda falta é flagrante. Se qualquer jogador meu é tocado, é flagrante".
9 de abr. de 2008

Cuban é contra mudança dos Sonics

0 comentários
O dono do Dallas Mavericks, Mark Cuban, revelou que irá votar contra a mudança do Seattle SuperSonics para Oklahoma City, mesmo que ele seja o único a fazer isso. "Eu vou esperar para ter todas as informações. Mas minha preferência é que o time fique em Seattle", disse o empresário.

O principal argumento de Cuban é o tamanho da cidade de Seattle. Ela é a 14ª maior cidade dentre as que têm um time da NBA. "Eu sou contra termos uma Divisão 'Dustbowl' nessa parte do país porque eu acho que isso não ajuda a NBA e uma cidade grande realmente ajudaria a liga", afirmou Cuban.

Se o Sonics realmente mudar para OKC, a NBA poderia colocar a nova franquia na Divisão Sudoeste, junto com Mavs, Spurs, Rockets, Hornets e Grizzlies. Cuban não abandonou seu apoio pela permanência do time em Seattle, mesmo sabendo que um grupo liderado por Steve Ballmer, executivo da Microsoft, retirou sua proposta para renovar a KeyArena.

"Existem dados que podem mudar a minha opinião. Se me mostrarem que em Oklahoma o indíce de pessoas que vêem a NBA na TNT ou na ABC é 200 e que ninguém em Seattle vê, então OK, talvez existam informações que vão além do tamanho do mercado", disse Cuban.

Sobre a possível entrada de Ballmer no quadro de donos da NBA, o manda-chuva do Mavs foi só elogios. "Eu adoraria ver ele (Ballmer) entre os donos, seria fenomenal. Eu sei que Steve acorda cedo de manhã e vai jogar basquete. Isso diz algo. É só um negócio ou é algo que está no sangue? Essa é uma das coisas que eu gostava em Howard Schultz", revelou.
7 de abr. de 2008

Ex-Mav Adrian Dantley indicado para o Hall da Fama

1 comentários
As nomeações para o Hall da Fama do Basquete foram reveladas hoje de manhã. Dentre os novos honrados, está o nome do ala Adrian Dantley, que defendeu o azul e verde do Mavs por 1 temporada e meia, entre os anos de 1989 e 1990.

Dantley fora adquirido pelo Mavs numa troca com o Detroit Pistons pelo armador Mark Aguirre no dia 15 de fevereiro de 89. Ele terminou a temporada com os Mavs, marcando 19,2 pontos por partida no ano. A temporada de 89-90 ia bem para AD até fevereiro de 1990, quando ele quebrou a fíbula direita, o que o deixou de fora do resto da temporada. Seu contrato (e sua passagem pelo Mavs) acabou em junho do mesmo ano.

Dantley terminou sua carreira em 1991, após 10 jogos pelo Milwuakee Bucks. Sua melhor fase foi pelo Utah Jazz, entra os anos de 1979 e 1986. É no Jazz, inclusive, que o ala tem seu número aposentado.

Draftado pelo Buffalo Braves (atual Los Angeles Clippers) em 1976, Dantley foi eleito o Novato do Ano em 1977. Sua carreira ainda contou com outras glórias, como duas eleições para o Segundo Time da NBA (81 e 84), um prêmio de "Comeback Player" em 84 (dado a um jogador que havia perdido muitos jogos em uma temporada para ter um grande ano em seguida), seis vezes All Star (1980, 81, 82, 84, 85 e 86) e uma medalha de ouro olímpica em 1976.

Outros Nomeados

Além de Dantley, o Hall da Fama vai contar com outros nomes famosos. Os grandes pivôs Hakeem "The Dream" Olajuwon e Patrick Ewing, o comentarista Dick Vitale, os técnicos Pat Riley e Cathy Rush e o dono do Detroit Pistons Bill Davidson. A cerimônia ocorrerá nos dias 4, 5 e 6 de Setembro em Springfield - Massachussetts, casa do Hall da Fama.

Finalmente, um "Big-three"

0 comentários

Dia 23 de Março deste ano. Em partida contra o San Antonio Spurs, realizada no American Airlines Center, em Dallas, válida pela temporada regular, o astro alemão e atual MVP da liga, Dirk Nowitzki, torce joelho e tornozelo da perna esquerda, após um lindo bloqueio sob o armador nigeriano Ime Udoka. Nowitzki sai de quadra carregado pelos companheiros, e do vestiário vai direto para o hospital. Após a constatação da lesão, muitas dúvidas começavam a surgir na mente dos fãs do Mavs: o que será do Dallas sem Dirk? Será que chegaremos aos playoffs? Perderemos todas? Dirk voltará a tempo de salvar o time de um desastre total?

Todavia, talvez a principal questão que o torcedor do Dallas Mavericks deveria formular seria “e agora, quem será o dono do time?”. Sim, o Dallas dependia e depende muito do Alemão. Todos sabem disso. Por isso mesmo que a lesão de Nowitzki gerou tamanha preocupação por parte dos torcedores. Assim, sem o nosso MVP alguém teria que assumir o papel de líder da equipe. Mas quem seria esse cara? Jason Terry? Jerry Stackhouse? Brandon Bass? Não. Todos eles são ótimos, mas não têm um nível suficientemente bom para liderar uma equipe do porte do Dallas Mavericks. Ah, sim, então esse cara é Jason Kidd, afinal de contas ele é um All-star, armador titular da seleção norte-americana. É ele, não é? Não. Kidd nunca foi um grande pontuador, seu papel sempre foi passar a bola, servir os companheiros. E, convenhamos, foi-se o tempo em que ele decidia jogos assim. Então quem seria esse homem? Simples, Josh Howard. J-How começou essa temporada muito bem. Chegou a fazer 47 pontos contra o Utah Jazz, marca que até agora é a maior de um jogador do Mavericks nessa temporada. Porém, após a pausa para o All-Star Weekend, e com a posterior vinda de Jason Kidd para o Texas, Josh parou de jogar. Sua moral entre os fãs caiu, assim como o seu rendimento. Com atuações pífias, sua habilidade começava a ser posta em cheque. Contudo, isso acabaria após a contusão de Dirk. Josh, agindo como um grande atleta que definitivamente é, assumiu o time e liderou a equipe na ausência do alemão. Mas a melhor parte estava por vir. Mesmo com Nowitzki novamente em quadra, Josh continuou jogando num elevado nível, ajudando a equipe a bater os fortes Golden State Warriors e Phoenix Suns

Enquanto tudo isso acontecia, Jason Kidd, atuando como um perfeito coadjuvante, continuava jogando como um All-star, distribuindo assistências como nunca algum armador do Mavericks fez desde os longínquos tempos de Steve Nash. Já Nowitzki voltou com tudo, sem qualquer seqüela deixada pela lesão na perna esquerda. Com Josh Howard, Jason Kidd e Dirk Nowitzki jogando no mais alto nível, o Mavs massacrou o seu carrasco Warriors, beirou a vitória contra o Lakers e conseguiu um espetacular triunfo frente à fortíssima equipe do Suns, jogando no Arizona.

Após essas 3 grandes partidas, o fantasma da ausência nos playoffs parece exorcizado. Além disso, com as espetaculares atuações das nossas três maiores estrelas, o coração dos torcedores do Dallas Mavericks se encheu de esperanças. Demorou, mas enfim, temos um Big-three. E não é qualquer trio, é um dos trios mais fortes de toda a NBA, sem sombra de dúvida. Chegaremos aos playoffs? Sem dúvidas. Lutaremos como nunca contra as grandes potências do Oeste na pós-temporada? Com certeza. Finalmente, seremos campeões da NBA? Em breve saberemos, mas depois do que vem acontecendo com essa equipe, uma certeza temos: o Mavericks é tão bom quanto os outros.

Mavs the answer

1 comentários

Um dia da caça o outro do caçador. Quem pensa que a frase está batida, precisa analisar os fatos. O mesmo Warriors que nos tirou surpreendentemente no ano passado pode ter sido tirado pelo Mavs na semana passada quando Dirk Voltou ao time e, junto com ele, a confiança de Kidd, Josh e companhia. Com a derrota do Denver para o Seattle, acho que estamos praticamente assegurados nos playoffs, o que, em se tratando de Oeste, é um fato para ser no mínimo encarado como uma etapa cumprida. Claro que para o know-hall do Mavs, isso é obrigação.

Entretanto, o time está juntando as peças que podem se encaixar numa série de playoff. A vitória sobre o Phoenix, que só joga em transição, prova que é possível brecar contra-ataques com posse de bola, o que Jason Kidd fez com maestria no deserto do Arizona. Um Kidd eficiente, um Damp brigador, um Josh com brilho, Terry on fire e Dirk sendo Dirk, o que ocorre toda noite, não devemos nada para Spurs, Lakers, New Orleans ( gostaria de enfrentá-los nos playoffs), Utah e Houston. Há de se levantar as maõs para o céu (vide foto), pois o "bicho-papão" Boston está no Leste. GO, MAVS!
4 de abr. de 2008

Troca de J-Rich favorece Mavs em 2008

1 comentários
No dia em que o gerente geral do Golden State Warriors, Chris Mullin, trocou seu então astro Jason Richardson para o Charlotte Bobcats, mal sabia ele que a troca seria um imenso favor para o Dallas Mavericks. Um dia após a surra aplicada no mesmo Warriors o técnico Avery Johnson revelou porquê conseguiu frustrar o ala Stephen Jackson a apenas 1 arremesso acertado em 11 tentados. "O problema é que ano passado eu não podia colocar o Josh nele porque eu precisava que ele defendesse o Richardson".

"Agora que eles perderam Richardson, o Dirk tem alguém para defender, seja (Kelenna) Azubuike ou o (Al) Harrington", disse. "Agora, eu posso colocar o Josh no Jackson, o que eu não pude fazer ano passado porque eles eram tão 'pequenos' ". Ano passado, Nowitzki passou muito tempo defendendo Jackson e isso virou um pesadelo para o Mavs.

A grande partida de Howard na quarta-feira também foi um sinal que ele está atingindo o seu ápice na hora certa. "Meus companheiros olham para mim", disse o ala. "Eu sou um dos melhores jogadores do time, não sou mais um novato. Já estive aqui tempo o suficiente. É uma questão de responsabilidade".
3 de abr. de 2008

Nellie: "Mavs são tão bons quanto o resto"

1 comentários
O Dallas Mavericks pode não ter muitos fãs na mídia especializada, mas receberam um grande elogio de seu ex-técnico, Don Nelson. "(O retorno do Dirk) foi uma grande inspiração para o time. Eles atingiram um nível diferente do que nós temos visto neste ano. Se ele puderem manter esse nível, eles podem bater qualquer um no Oeste", disse Nellie.

O entusiasmo é grande após a surra aplicada no Golden State Warriors, 111 a 86. O time jogou com uma aplicação tática e uma disposição renovadas. A vitória não somente deu aos Mavs a sua primeira vitória contra um time de recorde vitorioso desde a chegada de Jason Kidd como também lhes deu a vantagem no desempate com o Warriors - o Mavs levou a melhor-de-4 na temporada por 3 a 1.

O jogo também marcou o retorno de Dirk Nowitzki às quadras após quatro partidas fora se recuperando de torções no tornozelo e no joelho esquerdos. O atual MVP marcou 18 pontos e pegou 5 rebotes em apenas 27 minutos de ação. Ele acertou 6 dos 15 arremessos que tentou.
2 de abr. de 2008

Dirk e Stack desfalcam Mavs contra Warriors

2 comentários
O Dallas Mavericks irá guerrear hoje contra o Golden State Warriors sem dois de seus principais pontuadores. O ala Dirk Nowitzki estava perto de retornar para a escalação do Mavs, mas ele mesmo se colocou de fora do jogo após o treino de hoje. "O trabalho de hoje não foi bom. Eu ainda estou dolorido quando faço certos movimentos, então não sei o que dizer pra vocês", revelou Nowitzki.

"Agora, nós vamos jogar sem ele. Se alguma coisa mudar, a gente vê daí", disse o técnico Avery Johnson. O comandante "voz de pato" também não contará com um de seus novos titulares, Jerry Stackhouse. Stack lesionou sua virilha e já desfalcou o Mavs por dois jogos. Ele passou por uma ressonância magnética e irá ficar de fora por mais uma semana.
1 de abr. de 2008

Volta de Nowitzki cada vez mais próxima

2 comentários
As esperanças do Dallas Mavericks estão aumentando. O astro Dirk Nowitzki está se recuperando de uma séria lesão na perna esquerda e pode retornar às quadras nesta quarta-feira já, contra o Golden State Warriors.

O técnico Avery Johnson não terá uma idéia concreta de como o seu ala estará e ainda depende de uma avaliação antes do jogo, mas todos os sinais indicam para uma volta do alemão nesta quarta. Se Nowitzki agüentar peso na sua perna esquerda, ele deve voltar a figurar entre os titulares.

"Ele está trotando um pouco", disse Johnson. "Mas nesse jogo vc precisa pular, pegar rebotes, correr, deslizar... Tem muitas coisas envolvidas. Nós teremos uma chance de avaliá-lo e veremos a partir daí".

O armador Jason Terry já falava em um tom mais otimista. "Eu acho que ele vai jogar. Mas, se ele não for, nós daremos um jeito de ganhar".
 

Siga nosso blog

Arquivos