27 de jul de 2011

Análise da Temporada - Jumper Brasil

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Após o final da temporada 2010-11 com o Mavs sendo o campeão e o locaute da NBA acontecendo, postarei aqui a análise da tmeporada feita pelo site Jumper Brasil.



Revisão da temporada – Dallas Mavericks

Dallas Mavericks
Todos os números
Resultado final: Campeão da NBA, derrotando o Miami Heat por 4 a 2 na final
Temporada regular: 57-25, 2° na divisão Sudoeste, 3° na conferência Oeste
Maior invencibilidade: 12 jogos – entre 20 de novembro e 11 de dezembro
Maior jejum de vitórias: Seis jogos – entre 6 e 17 de janeiro
Média de público como mandante: 20.101 pessoas (100% da capacidade)
Maior salário: Dirk Nowitzki, $ 17.278.618 dólares
Pontos por jogo: 100.2 (11°)
Pontos sofridos por jogo: 96.0 (10°)
Rebotes por jogo: 41.4 (14°)
Assistências por jogo: 23.8 (2°)
Bloqueios por jogo: 4.3 (24°)
Roubadas de bola por jogo: 6.8 (23°)
Erros de ataque por jogo: 13.5 (17°)
Porcentagem de arremessos convertidos: 47.5% (4°)
Porcentagem de lances livres convertidos: 77.7% (8°)
Porcentagem de arremessos de três pontos convertidos: 36.6% (11°)
Maior pontuação: 127, contra o New York Knicks no dia 10 de março
Menor pontuação: 70, contra o Memphis Grizzlies no dia 15 de janeiro
Maior pontuação sofrida: 121, contra o Denver Nuggets no dia 10 de fevereiro
Menor pontuação sofrida: 73, contra o Golden State Warriors no dia 20 de março
Maior cestinha em um jogo: 42 pontos, Dirk Nowitzki contra o Detroit Pistons no dia 23 de novembro
Maior reboteiro em um jogo: 19 rebotes, Brendan Haywood contra o Denver Nuggets no dia 6 de abril
Maior assistente em um jogo: 18 assistências, Jason Kidd contra o Charlotte Bobcats no dia 27 de novembro  
Ginásio: American Airlines Center (capacidade para 21.101 pessoas)
Técnico: Rick Carlisle (Três temporadas, 162-84)

Movimentações no elenco:
24 de junho de 2010: Recebeu Dominique Jones do Memphis Grizzlies por considerações em dinheiro.
24 de junho de 2010: Recebeu uma futura escolha de segundo round de draft do Toronto Raptors por Solomon Alabi.
13 de julho de 2010: Recebeu Tyson Chandler e Alexis Ajinca do Charlotte Bobcats por Erick Dampier, Matt Carroll, Eduardo Najera, e considerações em dinheiro.
24 de janeiro de 2011: Recebeu uma futura escolha de segundo round de draft do Toronto Raptors por Alexis Ajinca e considerações em dinheiro.
Assinou com Brendan Haywood, Ian Mahinmi, Peja Stojakovic e Corey Brewer como agentes livres.

A temporada

O Dallas Mavericks chegou ao seu primeiro título de forma inconstestável. Começou a temporada com expectativas de ir o mais longe possível, mas por muitos, não era considerado o principal candidato ao campeonato. Com Dirk Nowitzki e Jason Terry como os únicos remanescentes do vice de 2005-06, o Mavs foi um time completo.
Primeiro, fez uma troca fundamental para chegar às vitórias. Negociou o decadente Erick Dampier e recebeu o esforçadíssimo Tyson Chandler. A defesa, assim, melhorou bastante em relação aos anos anteriores. A equipe tinha um jogador capaz de neutralizar muitos pivôs dentro do garrafão.
As contusões de Caron Butler e Rodrigue Beaubois foram sentidas, mas a qualidade do elenco fez com que isso fosse minimizado. O técnico Rick Carlisle, eleito o melhor treinador de 2002, tentou manter um padrão com jogadores substitutos, como o veterano Peja Stojakovic.
A grande sacada de Carlisle foi nas finais da NBA, quando tirou DeShawn Stevenson do time titular e colocou J.J. Barea ao lado de Jason Kidd. Isso confundiu a defesa do Miami Heat, e o time chegou ao triunfo com sobras.

O draft 2011

A equipe não teve nenhuma escolha do draft.

O perímetro

A experiência de Jason Kidd foi fundamental para que o Dallas Mavericks chegasse longe. Kidd, que é um dos melhores armadores dos últimos 20 anos, não é um jogador que busca apenas o passe antes do arremesso. É um líder nato, e um grande defensor. Sua qualidade incontestável é a visão de jogo. Teve seu menor número de assistências em uma temporada desde 1994-95, é verdade, mas teve o seu menor tempo de quadra da carreira.
Pela primeira vez em quatro anos, Kidd não chegou aos 40% de aproveitamento nos arremessos de três pontos, mas obteve respeitáveis 34%, além de 87% nos lances livres. Um dos poucos verdadeiros armadores da NBA.
Ao seu lado, Kidd teve J.J. Barea, que alia a incrível velocidade com a bola nas mãos ao ótimo arremesso de longe. Mas o perímetro é longe de ser apenas os dois.
O Mavs ainda conta com Jason Terry, melhor reserva da temporada 2009. O jogador explodiu durante os playoffs, com 17.5 pontos e 44.2% de aproveitamento nos arremessos de três. Na série contra o Los Angeles Lakers, Terry fez nove cestas de longa distância no quarto jogo, terminando com 32 pontos. Na ocasião, o Mavericks varreu o time californiano.
Caron Butler atuou em apenas 29 jogos, e foi muito bem nos arremessos de três, com 43.1%. Sua contusão deixou uma lacuna no time titular, que foi preenchida pelo ala Shawn Marion. Esse, joga tanto na posição três, quanto na quatro, e é na defesa que ele se destaca. Não pega mais os 11 rebotes que tinha por jogo no Phoenix Suns, mas é fundamental nos dois lados da quadra.
DeShawn Stevenson também sabe defender muito, mas o faz ao mesmo nível em que arruma confusões. Tanto é que foi preso por embriaguez após as finais. LeBron James não o esquecerá nunca mais.
O francês Rodrigue Beaubois foi outro que sofreu com contusões. Passou a temporada toda fora, retornando apenas no fim de fevereiro. Foi titular em 26 dos 28 jogos que participou, mas não atuou nos playoffs.

O garrafão

Dirk Nowitzki pode não ser o típico ala-pivô que joga na NBA. Ele joga de frente para a cesta, arremessa (muito bem) de média e longa distância, e não é considerado um defensor tão bom quanto é no ataque. Mas não precisa. Dirk é fantástico de qualquer forma. Teve mais uma temporada com médias superiores a 21 pontos e sete rebotes. Foi o 11° ano consecutivo assim. De todos os jogadores que entraram em 2010-11, apenas ele e Shaquille O’Neal o fizeram em pelo menos dez anos seguidos. Números tão respeitáveis quanto os 94.1% (175 de 186) de aproveitamento em lances livres nos mata-matas.
Nowitzki teve ao seu lado Tyson Chandler, que é um jogador fanático pelos rebotes ofensivos. Ele pegou 13 de seus 20 rebotes no ataque na quinta partida da série contra o Portland Trail Blazers. Já nas finais, ele pegou nove de seus 16 no terceiro embate contra o Miami Heat. Durante o ano, ele teve 18 rebotes em quatro ocasiões diferentes. Nada mal.
Seu reserva é Brendan Haywood, conhecido mais pela forte defesa que qualquer outra coisa. Em limitados 18 minutos por jogo, Haywood teve médias de 5.2 rebotes e 1.0 bloqueio. Fosse ele titular, facilmente entraria nos times ideais de defesa da NBA.
Ian Mahinmi e Brian Cardinal são apenas complementos ao banco de reserva. Ainda assim, foram acionados durante as finais por conta da contusão de Haywood.

Análise geral

Do primeiro título, ninguém se esquece. O Dallas Mavericks brilhou na hora que tinha de brilhar. Rick Carlisle teve jogadores especialistas em todas as posições. Mesmo com contusões de jogadores importantes para a rotação, o Mavericks contornou isso como poucos.
Dirk Nowitzki e Jason Kidd não mereciam se aposentar sem um troféu. Agora que conseguiram, vão lutar bastante para que este não seja o último de seus anos de glórias.
O time do Mavs não é exatamente aquele que prima pelo físico, mas sim, pela técnica. Ao menos dez jogadores tiveram 30% ou mais de aproveitamento nos arremessos de longa distância, mas engana-se quem acha que o time vive por conta disso. A equipe usou e abusou das infiltrações de J.J. Barea, dos arremessos de média distância de Nowitzki, e das enterradas de Tyson Chandler. Um time completo, um verdadeiro campeão.

Titulares

PG: Jason Kidd – 7.9 pontos, 8.2 assistências, 4.4 rebotes, 1.7 roubada, 87.0% nos arremessos de lances livres
SG/SF: Caron Butler – 15.0 pontos, 4.1 rebotes, 43.1% nos arremessos de três pontos
SF/PF: Shawn Marion – 12.5 pontos, 6.9 rebotes
PF: Dirk Nowitzki – 23.0 pontos, 7.0 rebotes, 51.7% nos arremessos, 89.3% nos arremessos de lances livres
C: Tyson Chandler – 10.1 pontos, 9.4 rebotes, 1.1 bloqueio, 65.4% nos arremessos

Principais reservas

SG/PG: Jason Terry – 15.8 pontos, 4.1 assistências
PG/SG: J.J. Barea – 9.5 pontos, 3.9 assistências
SG: DeShawn Stevenson – 5.3 pontos, 37.8% nos arremessos de três pontos
SG: Rodrigue Beaubois – 8.4 pontos
C: Brendan Haywood – 4.4 pontos, 5.2 rebotes, 1.0 bloqueio
SF: Peja Stojakovic – 8.6 pontos, 40.0% nos arremessos de três pontos (pelo Mavs)

TEXTO: Gustavo Freitas
Postagem original: Clique aqui.

Minha opinião:

Desde que a temporada começou, eu vi 5 times que acreditava que iriam cehgar longe no ano: Boston Celtics, Miami Heat, Los Angeles Lakers, San Antonio Spurs e Dallas Mavericks.Mas tive uma surpresa quando vi que Caron Butler tinha se machucado e dias depois que Dirk também havia.Com a saída desses dois jogadores, achei que a esperança de titulos para o Mavs estava acabado.Ainda mais com o Spurs jogando bem e o Celtics dominando as ações da conferência Leste.Mas com a volta de Dirk o Mavs se acertou e conseguiu fazer uma campanha de 55-27, o que me surpreendeu.Ninguém que eu conheço, meus amigos priencipalmente, diziam que o Portland com a chegada de Gerald Wallace iram ganhar fácil.Contra o Lakers a mesma coisa.E o Mavs provou ao contrário.Na final de conferência, tremi com a derrota no jogo 2 em casa.Achei que o Thunder iria ganhar.O Mavs me provou ao contrário de novo.Quando o Mavs ganhou aquele jogo 2 em Miami tinha certeza que o Dallas seria campeão e depois do Jogo 5 tive certeza que o Mavs é azul e não amarelo.



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